A proposta faz parte de um conjunto de medidas centradas na segurança digital que o governo espanhol se prepara para apresentar. Além da proibição no acesso às redes sociais por parte de jovens com menos de 16 anos, há medidas para responsabilizar os donos das plataformas por conteúdo ilegal e de ód
O projeto de lei entregue hoje pelo PSD ao Parlamento propõe fixar uma idade mínima de 16 anos para o “acesso autónomo” a redes sociais e outras plataformas, exigindo o consentimento dos pais para o acesso por parte de crianças com idade igual ou superior a 13 anos.
A 6ª Edição da iniciativa da DXC pretende aproximar jovens da tecnologia (STEM) e a fortalecer as relações intergeracionais entre mais velhos e mais novos. Inscrições estão abertas e projetos devem ser entregues até 15 de abril.
Além da proibição no acesso às redes sociais, a proposta de lei francesa, que segue agora para o Senado, quer reforçar as restrições no uso de smartphones nas escolas. Emmanuel Macron pretende que a proibição entre em vigor até ao início do próximo ano letivo.
Com a Splat pode transformar fotos e desenhos em imagens prontas a pintar diretamente no smartphone e tablet ou, então, pode imprimí-las e deixar os mais novos libertarem a criatividade com papel e lápis coloridos.
A Austrália começou hoje a bloquear o acesso a redes sociais aos menores de 16 anos, mas será esta a melhor forma de os proteger de conteúdos e comportamentos nocivos? Portugal ainda não tomou uma decisão e especialistas mostraram perplexidade sobre o que os jovens portugueses podem fazer online.
O grupo identificado e detido pelas autoridades acedeu ilegalmente às imagens de mais de 120 mil câmaras de videovigilância para recolher conteúdo que transformou em pornografia e vendeu online.
A campanha da Associação Europeia de Videojogos incentiva os pais a participar ativamente nas experiências de jogo dos mais novos, recordando a importância de compreender as classificações etárias dos jogos e de utilizar as ferramentas de controlo parental.
Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto, considera que “mais do que ser uma matéria de âmbito nacional”, a limitação no acesso às redes sociais para jovens com menos de 16 anos deve “ser analisada no contexto europeu”.
O Parlamento Europeu acaba votar a favor de um relatório que defende a implementação de uma idade mínima de 16 anos para o acesso às redes sociais, a plataformas de partilha de vídeos e a assistentes de IA na União Europeia.
Desenvolvida pela Europol e a Centric, a plataforma Help4U quer oferecer conselhos aos mais jovens que são vítimas de crimes online e de abuso sexual, promovendo informação simples, privada e acessível.
Com a chegada dos Junior Free, a JBL expande a sua linha infantil com os primeiros auscultadores de Open Sound, especialmente criados para proporcionar uma experiência segura e divertida para as crianças.
Ainda mantém o aspeto retro de um website dos anos 1990, mas a missão do Superkids continua a ser ensinar aos mais pequenos a matemática e o gosto pelas palavras.
25 Estados-Membros da União Europeia, aos quais se juntaram ainda a Noruega e a Islândia, assinaram a Declaração de Jutlândia, onde se comprometem a reforçar a proteção de crianças e jovens online, tendo em vista a criação de mundo digital mais seguro, saudável e adequado aos mais novos.
Para reforçar a proteção dos mais novos, o Parlamento Europeu apela também à Comissão Europeia para que faça uso total dos seus poderes ao abrigo do Regulamento dos Serviços Digitais e para que tome medidas mais "apertadas" relativamente às plataformas online.
Antecipando medidas que querem limitar acesso aos menores de idade, o Instagram está a começar a limitar o acesso de adolescentes a alguns posts, uma iniciativa que traz também mais ferramentas de controle para os pais e educadores.
De acordo com a Comissão Europeia, estas afirmam-se como as primeiras investigações ao abrigo das novas diretrizes para a proteção de crianças e jovens no âmbito do Regulamento dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês).
A série infantil Rua Sésamo tem online vários workshops que ajudam a desconstruir os conceitos de literacia e hábitos digitais, promovendo o uso saudável dos ecrãs e dos media na internet.
A dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp alterou a forma de treino dos seus modelos de inteligência artificial, para evitar que conversas românticas ou com teor sexual possam ser mantidas entre menores e os seus chatbots.
As responsáveis pelo Movimento Menos Ecrãs Mais Vida explicam porque é que consideram pouco ambiciosas as medidas assumidas pelo Ministério da Educação em relação ao uso de telemóveis nas escolas.
O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) e o Regulamento dos Serviços Digitais (DSA na sigla em inglês) são complementares ou entram em conflito? Uma consulta pública está aberta para receber comentários sobre a forma como devem ser articulados os dois regulamentos.
A Microsoft Portugal em parceria com o Oceanário de Lisboa e a Happy Code lançaram uma iniciativa educativa para as crianças dedicada à preservação dos oceanos, utilizando a versão de educação do Minecraft.
Este ano, o regresso às aulas vai ter regras diferentes. Com a proibição de smartphones para os alunos até ao 6º. ano, os "dumb phones" são uma excepção, afirmando-se como alternativas simples que permitem manter a comunicação. Veja as propostas que reunimos.
Para tornar as crianças mais ativas e a levantarem-se do sofá, a LeapFrog criou uma webcam interativa, inspirada em periféricos da PlayStation e Xbox clássicos.