Investir em análise de dados é, para as empresas portuguesas, apostar num ativo estratégico que pode gerar valor real: decisões mais acertadas, ganhos de eficiência, inovação, melhor experiência para clientes e uma gestão de risco mais robusta, defende Beatriz Duarte.
Para Danilo Santos, a verdadeira força da inovação vive na complementaridade entre Inteligência Artificial e intuição, defendendo que, ao integrar a expertise humana no ciclo de construção da tecnologia, é possível criar soluções mais completas, úteis, verdadeiras e significativas.
Neste artigo de opinião, Adam Konopa defende que a transição para veículos cada vez mais orientados por software alcançou um novo patamar, numa revolução que está a transformar profundamente toda a indústria automóvel: das ferramentas e processos até aos perfis de talento e modelos de criação de val
Questionar, validar e agir de forma assertiva continua a ter um papel determinante na decisão estratégica, afirma Gabriel Carvalhal, lembrando que dados precisarão sempre de ser 'refinados' e combinados com o pensamento estratégico e a sensibilidade humana.
A repetição do apagão elétrico que afetou Portugal e Espanha em abril é improvável, mas não impossível, e António Queirós explica que o desafio de execução rápida é implementar estas soluções antes que outra crise ocorra
Luís Ribeiro defende que o futuro do desenvolvimento de software será escrito por equipas híbridas: humanos que pensam, decidem e assumem responsabilidade; máquinas que sugerem e geram sem se cansar.
50% do trabalho que realizamos como colaboradores não está alinhado com a estratégia global das empresas. Tiago Lopes Duarte defende o planeamento estendido nas organizações e a sua importância como o farol no mar das decisões.
A Inteligência Artificial promete uma defesa à velocidade da luz. Mas sem a supervisão humana certa, essa velocidade pode ser apenas a forma mais rápida de embater contra a parede, avisa Hugo Mestre.
As organizações que investem em práticas de automatização reforçam significativamente a sua resiliência e capacidade de resposta face a ataques cada vez mais automatizado, defende Derek Manky.
Rui Martins escreve sobre o programa anunciado para a instalação de linha de montagem do A-29N Super Tucano, em Beja, e defende que Portugal ganha uma alavancagem, reforçando a base industrial de defesa.
Tiago Elias defende que é importante encontrar o equilíbrio adequado entre a regulamentação e o desenvolvimento natural das empresas e organizações e que a Europa precisa de um quadro que impulsione a inovação e proteja a concorrência.
Pedro Araújo defende que apostar em soluções automatizadas e inteligentes nos datacenters permite mitigar riscos e garantir a conformidade, mas também libertar as equipas de IT.
Sónia Fernandes defende que a digitalização deixou de ser apenas uma questão de produtividade para se tornar também uma questão de responsabilidade, explicando como a IA pode ser usada para aumentar a confiança.
Jorge Borges escreve sobre o lançamento do Gemini 3 e o impacto para a Google, mas também sobre a forma como a empresa está melhor posicionada para ganhar a "corrida" da Inteligência Artificial se o fator principal for a distribuição.
Carlos Machado aborda as mudanças de paradigma da mobilidade com o Software Defined Vehicles a marcar a era em que a indústria automóvel deixa de vender produtos para vender experiências.
Devem os dados também ter prazo de validade, tal como tantas coisas na nossa vida? A pergunta é um ponto de partida do artigo de opinião de Nuno Teixeira.
A somar às capacidades preditivas e integração dos dados de sensores, André Oliveira diz que a contribuição mais transformadora da IA será talvez de ordem social, simplificando a experiência dos utilizadores.
David Pereira usa a sua experiência como programador na utilização de IA em equipas de software e deixa neste artigo três áreas onde adiciona valor, e uma questão importante a considerar na produtividade.
A IA não está a substituir os engenheiros, mas sim a amplificar as suas capacidades, defende Lucas Aquino, que partilha as ideias sobre a forma como podem os evoluir nesta nova era de Inteligência Artificial.
A olhar para o sector da mobilidade e a transição carbónica, Nuno Carvalho explica como o software contribui para uma visão de um futuro mais sustentável.
Há uma transição a fazer nas empresas e para isso os líderes devem parar de automatizar o passado e comprometer-se com uma revisão total dos modelos operativos e da arquitetura empresarial, avisa Tiago Esteves.
José Guimarães fala das revoluções que já aconteceram no desenvolvimento de software e como as novas ferramentas de IA generativa podem ser usadas para auxiliar os programadores, mas com sabedoria.
Para Francisco Jaime Quesado, a consolidação de uma Sociedade do Conhecimento moderna implica saber responder a uma série de questões, por onde passam a IA e o papel efetivo da educação, entre outros temas relevantes.
Pedro Fernandes defende que os dados são apenas o ponto de partida de um projeto de IA e é preciso mais integração com as áreas de automação para que seja atingido o sucesso.