Luis Pereira aproveita o Dia Mundial do Backup para lembrar a importância crucial de proteger os nossos dados e a necessidade de tomar medidas proativas.
Pedro Rocha e Silva acredita que em 2025 a automação e a integração de inteligência artificial (IA), a par da consolidação de modelos de trabalho híbridos vão ter impactos a nível do mercado de trabalho e alerta para a necessidade de equilíbrios saudáveis entre benefícios e riscos.
A equidade no acesso às ferramentas, mas também o papel das escolas e universidades na integração da Inteligência Artificial no ensino, fazem parte das reflexões de Celestino Magalhães neste artigo de opinião.
Miguel Oliveira defende que na era digital a Inteligência Artificial é o recurso essencial que determinará o futuro das nações, e que a Europa tem de definir o caminho que quer trilhar.
Inês Segurado Marques fala sobre a instabilidade do sector tecnológico e os desafios da escassez de talento, que obrigam as empresas a adaptar-se a uma nova realidade.
Romano Roth defende a importância das empresas olharem para a experiência do programador e permitir que se concentrem na criação de valor para o negócio.
Para os líderes de negócio a evolução da Inteligência Artificial significa uma mudança para uma tomada de decisões mais holística e rica em dados, que seja atempada e altamente precisa, defende Sérgio Viana.
A UXLx: User Experience Lisbon está marcada para 20 de maio e Bruno Figueiredo faz o balanço de 15 anos daquela que é a maior conferência europeia de formação nesta área.
A ideia de que uma carreira em TI exige, imperiosamente, um background técnico é um mito. Existem inúmeros exemplos de pessoas que migraram para a área e se tornaram excelentes profissionais, defende Inês Maia.
Paulo Leitão lembra que o trabalho da área de recursos humanos mudou muito nas últimas décadas e que a Internet, e agora a Inteligência Artificial vieram trazer alterações incontornáveis.
WhatsApp, Signal e Telegram têm abordagens distintas no que toca à proteção dos dados pessoais. David Russo aborda cada uma das apps e os cuidados a ter na proteção da informação.
Os desafios do sector dos Contact Centers são abordados por Sofia Nunes neste artigo de opinião onde destaca a oportunidade de uma afirmação internacional.
Henrique Jorge levanta neste artigo algumas questões sobre o futuro da Inteligência Artificial e da sua utilização como uma ferramenta para construir um futuro mais justo e equitativo, ou uma arma que amplifica as desigualdades e ameaça a nossa liberdade.
A mudança de postura dos EUA em relação à Rússia, especialmente no âmbito da cibersegurança, é um alerta vermelho para a Europa, defende Rui Martins, que avisa para a necessidade dos Estados-membros tomarem medidas.
Quentyn Taylor escreve sobre a escalada do cibercrime e a forma como as empresas e os líderes de TI devem preparar-se, à luz também da regulação NIS2 e DORA.
Ivo Bernardo diz que, para empresas e organizações que procuram desbloquear o potencial dos seus dados, otimizar processos e criar estratégias baseadas em IA, a chegada de modelos como o DeepSeek R1 é uma oportunidade sem precedentes.
Durante séculos, o ensino foi estruturado em torno da transmissão de respostas mas Miguel Oliveira defende que num mundo onde a IA pode processar volumes massivos de informação de forma muito rápida, criatividade e o pensamento crítico tornam-se os verdadeiros diferenciadores.
Paulo Calçada escreve sobre a evolução da Microsoft e a sua capacidade de adaptação, destacando o papel que está a ter na revolução da Inteligência Artificial, num momento em que acredita podermos estar a caminho de uma IA mais realista e sustentável.
Rafael Ferreira defende que um sistema interoperável é a base para uma mobilidade elétrica inclusiva e escalável, explicando neste artigo esperar que, num futuro breve, carregar um veículo elétrico será tão simples como ter saldo numa carteira digital.