Nos últimos três meses de 2025 existiam 7 milhões de assinantes do serviço de distribuição de sinais de TV por subscrição (TVS). De acordo com a ANACOM, este valor representa uma subida de 0,5% em comparação com o trimestre homólogo, naquele que é o crescimento anual mais baixo desde 2006.

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A entidade reguladora avança que os assinantes residenciais, que representavam 88,3% do total, foram os que contribuíram para esta evolução. No último trimestre do ano passado existiam 4,1 milhões de assinantes residenciais do serviço de distribuição de TVS, mais 0,3% do que no trimestre homólogo.

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No que toca ao segmento não residencial, contabilizavam-se 546 mil assinantes, representando 11,7% do total, num crescimento de 2,3% em comparação com o trimestre homólogo.

A grande maioria dos assinantes subscreveram este serviço integrado em pacote. Durante o período em análise, apenas apenas 1,6% dos acessos de TVS foram comercializados de forma isolada.

A fibra óptica afirma-se como a principal forma de acesso à televisão paga, representando 70,1% do total de assinantes. Segue-se a TV por cabo (23,1%), a TV via satélite - DTH (5,8%) e o ADSL (1%).

A ANACOM detalha que a fibra ótica foi a única tecnologia com um aumento do número de assinantes de TVS, tendo atingido 3,3 milhões de assinantes. Em comparação com o trimestre homólogo registou-se um crescimento de 5,7%

Segundo a entidade reguladora, o crescimento resultou da captação de novos clientes, assim como da transferência para fibra ótica de clientes anteriormente suportados outras redes. Por outro lado, este foi o crescimento anual mais baixo desde o surgimento desta tecnologia em 2007.

Durante o período em análise, a MEO foi o prestador com a quota de assinantes mais elevada (42,0%). Segue-se a NOS (35,7%), a Vodafone (19,4%) e a DIGI/NOWO (2,8%).

A DIGI/NOWO e a MEO foram os prestadores que, em termos líquidos, mais assinantes captaram face ao trimestre homólogo, com as suas quotas a aumentarem 0,2 p.p. e 0,1 p.p., respetivamente. A Vodafone manteve a sua quota e a da NOS diminuiu 0,3 p.p..

no segmento residencial, a MEO e a NOS contavam com as quotas mais elevadas (40,2% e 36,9%, respetivamente). No segmento não residencial a MEO detinha mais de metade dos assinantes (55,4%).

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