A operação “Ghost Trip” foi realizada através do Departamento de Investigação Criminal de Braga e a operação policial decorreu em Santa Maria da Feira, onde foram constituídos dois arguidos uspeitos da prática dos crimes de acesso ilegítimo e burla informática e nas comunicações.

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Segundo a informação partilhada pela Polícia Judiciária, está em causa o acesso não autorizado à conta de uma empresa de comercialização de viagens. Através desse acesso "foram efetuadas diversas reservas não autorizadas, envolvendo companhias aéreas, unidades hoteleiras, cruzeiros e parques temáticos, no valor global superior a 14 mil euros".

Foram realizadas duas buscas domiciliárias e a PJ apreendeu equipamento informático que terá sido utilizado na prática de acesso ilegítimo, bem como documentação relevante, refere o comunicado.

"A operação foi acompanhada por Especialistas de Polícia Científica desta Polícia, que continuarão a analisar os elementos recolhidos apoiando a investigação no integral esclarecimento dos factos", indica ainda a mesma fonte

Refere-se ainda que, no cumprimento de uma das buscas domiciliárias, os inspetores localizaram também duas armas de fogo e dezenas de munições de diferentes calibres, para as quais não existia licença válida de uso e porte de arma. Esta situação fez com que um dos arguidos tenha sido detido em flagrante delito pela prática do crime de detenção de arma proibida, tendo sido posteriormente restituído à liberdade.

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