A campanha de sensibilização da PJ sobre a pirataria audiovisual salienta não apenas o impacto para a economia, como também coloca em risco a segurança dos utilizadores que fazem download desses ficheiros ilegais.
Segundo a Polícia Judiciária, os suspeitos dedicavam-se à prática de burlas através de mensagens e "viviam desafogadamente e exclusivamente desta atividade ilícita". Terão lesado milhares de vítimas.
Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje um homem suspeito de crimes de branqueamento, burla e acesso ilegítimo, com ganhos superiores a um milhão de euros, através do esquema de burla CEO Fraud.
O jovem de 22 anos é responsável por criar o WormGPT, um modelo de IA análogo do ChatGPT sem as limitações, podendo ser usado para a criação de malwares e em crimes financeiros e ciberataques.
O suspeito de 41 anos, possuía diversas credenciais de acesso a contas de clientes em lojas online, adquirindo bens, prejudicando tanto titulares como os comerciantes.
A PJ avança que através de esquemas fraudulentos, o suspeito terá, alegadamente, obtido a colaboração de terceiros que, como "money mules" permitiram a circulação do dinheiro pelo sistema financeiro nacional. O dinheiro acabava por ser transferido para contas bancárias em Malta ou, então, integrado
Foram desmanteladas 27 das mais populares plataformas que fornecem serviços para ataques DDoS. A operação conjunta envolveu a coordenação com as diversas polícias internacionais, incluindo a Polícia Judiciária.
As denúncias de crimes sexuais online contra crianças aumentaram mais de sete vezes desde 2019. A maioria acontece no telemóvel quando os jovens estão menos acompanhados e as denúncias cobrem crianças a partir dos 8 anos, revela a PJ.
O novo Laboratório Digital Forense da PJ está equipado com as tecnologias mais recentes, para fazer a análise de evidências extraídas da desmontagem, peritagem e extração de dados dos equipamentos apreendidos. Também há IA “à mistura” na área da balística, por exemplo.
A Polícia Judiciária deteve um grupo de 5 pessoas, com idades entre os 23 e 45 anos, por alegados crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento de capitais ligados a esquemas de CEO Fraud.
O homem detido é suspeito de práticas de crimes de falsificação de documentos e branqueamento de capitais, utilizando técnicas conhecidas como CEO Fraud e Man in the Middle.
O Instituto de Gestão Financeira da Educação recuperou a soma de 2,5 milhões de euros que tinham sido transferidos na sequência de uma fraude informática.
A operação “Assinatura d’Ouro” levou a PJ a cumprir 35 mandatos de buscas e detenção de três suspeitos pela fraude informática que permitia desviar dinheiro do Grupo Chimarrão.
A Polícia Judiciária foi uma das entidades que participou na "maior operação alguma vez realizada" contra software malicioso e particularmente agressivo, que envolveu diversos países. A ação foi coordenada pela Europol e culminou com quatro detidos, um dos quais em Portugal.
No decorrer da operação, a Polícia Judiciária apreendeu 49 modem, que acoplavam 32 cartões SIM por aparelho, o que significava que operavam 1.568 cartões em simultâneo. Esta capacidade, num primeiro momento, permitia a criação de milhares de contas, principalmente no WhatsApp.
A detenção surge no seguimento de uma investigação da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica da PJ, e teve origem em créditos no montante cerca de 307 mil euros em conta bancária em nome de uma empresa titulada pelo suspeito.
Cinco homens e uma mulher foram detidos por suspeita de crimes de uso de cartões e outros dispositivos de pagamento contrafeitos, uso de documento de identificação ou de viagem alheio e furto.
As tecnologias de deepfake, programas de inteligência artificial que permitem manipular voz e imagem, estão a ser cada vez mais usadas para aperfeiçoar burlas ou expor adultos e crianças na internet. Nas denúncias investigadas pela Polícia Judiciária estes casos também têm ganho espaço.
A Polícia Judiciária deteve dois indivíduos estrangeiros de 23 e 26 anos por suspeita de crimes de burlas informáticas e acesso ilegítimo, assim como branqueamento de capitais. Estão associados a esquemas CEO Fraud e “Olá Pai/Olá Mãe”.
A Polícia Judiciária desmantelou um grupo criminoso dedicado ao phishing bancário, resultando na detenção de quatro homens e três mulheres e ainda mais cinco arguidos constituídos. Estima-se que os crimes tenham lesado cidadãos num valor de 1,5 milhões de euros.
O casal detido pela Polícia Judiciária é suspeito de aquisição de cartões bancários através de crime informático e branqueamento. Mulher é reincidente de crimes anteriores de burla.
Os suspeitos sequestram cinco cidadãos e obrigaram a transferir dezenas de bitcoins, valorizados na altura do roubo em três milhões de euros, sob ameaça de armas de fogo.