Para David Ferreira, o Logical Data Management emerge como uma resposta estruturante aos desafios da era digital, ao combinar virtualização, governação de dados e orientação a produtos numa abordagem unificada.
Com experiência no trabalho com municípios, Hugo Lopes destaca neste artigo a importância da interoperabilidade no software do Estado e lembra que o Data Act vai trazer mudanças.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
Para Manuel Matos dos Santos, o verdadeiro valor das academias revela-se no momento da integração em projeto. No mundo dos dados e de Generative AI, é através delas que os novos talentos se inserem nas mais diversas indústrias.
Investir em análise de dados é, para as empresas portuguesas, apostar num ativo estratégico que pode gerar valor real: decisões mais acertadas, ganhos de eficiência, inovação, melhor experiência para clientes e uma gestão de risco mais robusta, defende Beatriz Duarte.
Para Luís Pereira, o Model Context Protocol representa uma mudança estrutural na forma como trabalhamos com a IA, não porque esta se torna automaticamente mais capaz, mas porque passamos a integrar inteligência e sistemas de forma alinhada com as necessidades reais.
Patrícia Espadaneira defende automatizar processos não equivale à criação de cultura, e nenhuma plataforma substitui a responsabilidade das lideranças em legitimar o tempo para aprender, incentivar a curiosidade e aceitar o erro como parte do crescimento
Para Danilo Santos, a verdadeira força da inovação vive na complementaridade entre Inteligência Artificial e intuição, defendendo que, ao integrar a expertise humana no ciclo de construção da tecnologia, é possível criar soluções mais completas, úteis, verdadeiras e significativas.
Neste artigo de opinião, Adam Konopa defende que a transição para veículos cada vez mais orientados por software alcançou um novo patamar, numa revolução que está a transformar profundamente toda a indústria automóvel: das ferramentas e processos até aos perfis de talento e modelos de criação de val
Questionar, validar e agir de forma assertiva continua a ter um papel determinante na decisão estratégica, afirma Gabriel Carvalhal, lembrando que dados precisarão sempre de ser 'refinados' e combinados com o pensamento estratégico e a sensibilidade humana.
A repetição do apagão elétrico que afetou Portugal e Espanha em abril é improvável, mas não impossível, e António Queirós explica que o desafio de execução rápida é implementar estas soluções antes que outra crise ocorra
Luís Ribeiro defende que o futuro do desenvolvimento de software será escrito por equipas híbridas: humanos que pensam, decidem e assumem responsabilidade; máquinas que sugerem e geram sem se cansar.
50% do trabalho que realizamos como colaboradores não está alinhado com a estratégia global das empresas. Tiago Lopes Duarte defende o planeamento estendido nas organizações e a sua importância como o farol no mar das decisões.
A Inteligência Artificial promete uma defesa à velocidade da luz. Mas sem a supervisão humana certa, essa velocidade pode ser apenas a forma mais rápida de embater contra a parede, avisa Hugo Mestre.
Rui Martins escreve sobre o programa anunciado para a instalação de linha de montagem do A-29N Super Tucano, em Beja, e defende que Portugal ganha uma alavancagem, reforçando a base industrial de defesa.
Tiago Elias defende que é importante encontrar o equilíbrio adequado entre a regulamentação e o desenvolvimento natural das empresas e organizações e que a Europa precisa de um quadro que impulsione a inovação e proteja a concorrência.
Pedro Araújo defende que apostar em soluções automatizadas e inteligentes nos datacenters permite mitigar riscos e garantir a conformidade, mas também libertar as equipas de IT.
Jorge Borges escreve sobre o lançamento do Gemini 3 e o impacto para a Google, mas também sobre a forma como a empresa está melhor posicionada para ganhar a "corrida" da Inteligência Artificial se o fator principal for a distribuição.
Carlos Machado aborda as mudanças de paradigma da mobilidade com o Software Defined Vehicles a marcar a era em que a indústria automóvel deixa de vender produtos para vender experiências.
Devem os dados também ter prazo de validade, tal como tantas coisas na nossa vida? A pergunta é um ponto de partida do artigo de opinião de Nuno Teixeira.
A somar às capacidades preditivas e integração dos dados de sensores, André Oliveira diz que a contribuição mais transformadora da IA será talvez de ordem social, simplificando a experiência dos utilizadores.
David Pereira usa a sua experiência como programador na utilização de IA em equipas de software e deixa neste artigo três áreas onde adiciona valor, e uma questão importante a considerar na produtividade.
A IA não está a substituir os engenheiros, mas sim a amplificar as suas capacidades, defende Lucas Aquino, que partilha as ideias sobre a forma como podem os evoluir nesta nova era de Inteligência Artificial.
A olhar para o sector da mobilidade e a transição carbónica, Nuno Carvalho explica como o software contribui para uma visão de um futuro mais sustentável.