Ao colocar responsabilidades claras ao nível da gestão de topo, a NIS2 rompe com a ideia confortável de que o risco pode ser totalmente delegado. Já não se trata apenas de proteger sistemas ou infraestruturas, mas de garantir continuidade de negócio, avisa Carlos Carvalho.
Para muitos CIOs e responsáveis de IT o desafio deixou de ser inovar. Passou a ser manter a operação sustentável num contexto em que o custo da infraestrutura cresce mais depressa do que os orçamentos, avisa Pedro Lomba.
Partilhado a sua experiência, Pedro Sousa afirma que quanto maior for a qualidade dos requisitos, mais simples, previsível e eficaz é a geração de código pelos agentes de IA.
Os carros modernos funcionam como um sistema de computação distribuído e Abdelrahman Mabrouk explica como deve ser abordada a cibersegurança e a necessidade de integrar TARA e HARA em fluxos de engenharia unificados.
Entre o potencial que as novas tecnologias abrem no ensino e a necessidade de responsabilização e ética, José João Mendes diz que a Inteligência Artificial marca o início de uma nova era.
Manuel Dias explica o processo que levou à criação da Carteira Digital da Empresa, o impacto na simplificação do dia a dia e a importância da eficiência administrativa para a competitividade da economia.
A entrada de profissionais juniores nas empresas tecnológicas está a ser redefinida e dificilmente seguirá o mesmo percurso das gerações anteriores, avisa Marco Oliveira, que defende que atrair e reter talento tecnológico em 2026 exige menos euforia e mais liderança consciente.
A IA Generativa está a transformar a forma de proteção de ambientes digitais e industriais, mas Abílio Duarte defende que as equipas Nearshore de cibersegurança desempenham um papel crítico na engenharia contínua e proteção, oferecendo uma colaboração próxima, alinhamento cultural e interação em tem
A IA vai também permitir criar propostas de crédito consolidado verdadeiramente personalizadas mas Rita Quaresma lembra que a transformação não vai acontecer isoladamente.
A propósito do Dia Mundial da educação, Rui Duro destaca a importância da exposição precoce a conceitos de cibersegurança, que funciona como uma verdadeira infraestrutura de segurança.
A inteligência artificial na região EMEA está a entrar numa nova era definida não pela experimentação, mas pela execução. Em toda a região, a conversa está a mudar de “como construímos IA?” para “como a potenciamos, governamos e escalamos de forma responsável?”, defende Simone Larsson
Num cenário em que a informação e a inteligência se tornarão instantâneas e abundantes, o valor humano passará pela capacidade de tomar decisões em contextos ambíguos, de consensualizar valores e prioridades, defende Miguel Oliveira.
Para Filipa Pinheiro Baptista, a digitalização na saúde traz vantagens de acesso e cuidados sem fronteiras, valorização de talento e sustentabilidade, e o futuro será feito de pontes, entre pessoas, instituições e tecnologia. Na sua visão, Portugal tem todas as condições para liderar esta transforma
Há anos que falamos em transformação digital, mas a verdade é que muitos ainda estão a digitalizar documentos, enquanto o mundo já começou a dar inteligência ao passado. E é isso que muda tudo, destaca Paulo Veiga.
A propósito do BEN, o primeiro automóvel elétrico do CEiiA, Francisco Jaime Quesado destaca o exemplo da aposta na agenda de mobilidade inteligente para as cidades.
Para David Ferreira, o Logical Data Management emerge como uma resposta estruturante aos desafios da era digital, ao combinar virtualização, governação de dados e orientação a produtos numa abordagem unificada.
Com experiência no trabalho com municípios, Hugo Lopes destaca neste artigo a importância da interoperabilidade no software do Estado e lembra que o Data Act vai trazer mudanças.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
Para Manuel Matos dos Santos, o verdadeiro valor das academias revela-se no momento da integração em projeto. No mundo dos dados e de Generative AI, é através delas que os novos talentos se inserem nas mais diversas indústrias.
Investir em análise de dados é, para as empresas portuguesas, apostar num ativo estratégico que pode gerar valor real: decisões mais acertadas, ganhos de eficiência, inovação, melhor experiência para clientes e uma gestão de risco mais robusta, defende Beatriz Duarte.