O início do mês ficou marcado por uma superlua, a segunda de três previstas para este ano, conhecida na América do Norte como a “Lua do Castor”, numa referência à altura do ano em que os castores estão mais ativos e em preparação para o inverno.
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Recorde-se que, embora o termo superlua não seja propriamente uma descrição astronómica oficial, é normalmente usado para descrever uma lua cheia que ocorre a menos de 10% da distância do perigeu, explica a NASA.
As superluas ocorrem apenas três a quatro vezes por ano e sempre de forma consecutiva. Quando a lua cheia ocorre próxima do perigeu, pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante do que quando está no apogeu (ou seja, no ponto mais distante da Terra). A maior proximidade intensifica a percepção do tamanho e do brilho.
A próxima superlua do ano ocorrerá no dia 4 de dezembro, mas, até lá, pode aproveitar para espreitar algumas das fotografias impressionantes captadas por observadores um pouco por todo o mundo.
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A aproximação do cometa 3I/ATLAS tem gerado grande curiosidade e a coleção de novembro do APOD também conta com imagens do “visitante” interestelar. Recorde-se que, ainda este mês, a NASA mostrou novas imagens, revelando o que já se sabe sobre o misterioso cometa.
Segundo a agência, o erceiro objeto identificado a passar pelo nosso sistema solar com uma origem de fora da galáxia, que não representa um risco para a Terra, pode revelar mais segredos sobre o Universo e são vários instrumentos apontados ao cometa para captar imagens e observar a trajetória.
O STEREO (Solar Terrestrial Relations Observatory) é um dos observatórios que está de olho no cometa, tendo acompanhado o seu percurso entre os dias 11 de setembro e 2 de outubro.
Embora tenha sido considerada por muitos como uma “desilusão” nas redes sociais, a imagem captada pelo STEREO juntou-se a uma coleção de registos do 3I/ALTAS feitos por missões espaciais e telescópios terrestres.
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Erupções massivas e tempestades geomagnéticas também fazem parte dos eventos registados pelos instrumentos da NASA no mês de novembro, com impacto direto na Terra em perturbações das comunicações e auroras boreais, como aquelas que puderam ser observadas em vários locais, até na Flórida, nos Estados Unidos.
Mas há muito mais para descobrir na seleção de imagens de novembro: de nebulosas e “berçários” de estrelas a galáxias espirais e elípticas captadas com um nível de detalhe impressionante. Veja todas as imagens na galeria que se segue.
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