Num ano marcado pelas rivais da SpaceX, órbitas cada vez mais “congestionadas” e pelo reforço das ambições europeias, os preparativos para o regresso à Lua continuaram a ganhar destaque à medida que a indústria espacial avança para uma nova fase.
As tecnológicas foram a estrela do mercado de capitais em 2025 com valorizações nunca alcançadas por empresas do sector como a Nvidia, numa montanha russa que esconde alguns receios e que deve atrair mais protagonistas de peso em breve.
A marca norte americana desenvolveu uma estrutura inovadora com polímeros de alta eficiência para facilitar a recepção do sinal da rede Starlink, garantindo assim acesso a internet de banda larga em qualquer lugar do mundo.
Uma decisão do Tribunal do Delaware sobre as ações da Tesla fez com que a fortuna de Elon Musk ultrapassasse os 700 mil milhões de dólares, reforçando a sua posição como homem mais rico do mundo.
O incidente, que envolveu um satélite recém-lançado pela China e um equipamento da rede Starlink reacendeu o debate sobre a urgência de uma melhor coordenação no tráfego orbital. A SpaceX queixa-se de falta de comunicação.
Não é a primeira vez que nesta reta final do ano surgem rumores de novas entradas em bolsa, que prometem agitar o mercado de capitais em 2026. Primeiro foi a OpenAI, agora a SpaceX, mas aparentemente esta segunda operação está mais avançada e os números impressionam.
Esta semana, a SpaceX enviou para o Espaço uma remessa de 29 satélites Starlink, num lançamento que se reveste de especial importância. O propulsor do Falcon 9 usado pela empresa espacial de Elon Musk alcançou um novo recorde de reutilização, tendo participado em 32 missões.
Com o visto verde atribuído pela Força Aérea dos EUA (USAF) para a construção do Space Launch Complex-37 (SLC-37), a SpaceX poderá lançar a Starship a partir da Flórida ainda em 2026.
A SpaceX avança que as suas equipas estão a investigar o incidente explosivo com num teste ao Booster 18 para poder determinar as causas. Apesar do "percalço", a empresa de Elon Musk continua a planear a realização de testes ainda este mês, em preparação para o próximo voo da Starship.
A SpaceX continua atrasada no desenvolvimento de uma versão da Starship preparada para levar missões tripuladas à Lua. A empresa tem agora uma nova estratégia, mas as datas propostas podem não ser suficientes para cumprir os prazos da NASA para a Artemis III.
A Lua pode estar prestes a ganhar um novo “serviço de entregas”. Uma jovem empresa norte-americana, chamada Impulse Space, quer transformar o transporte espacial numa rotina tão comum quanto enviar uma encomenda na Terra.
A Apple estará a preparar uma série de melhorias significativas às funcionalidades via satélite nos futuros iPhones, como a criação de API para developers, mapas offline e mensagens com fotos. Mas a SpaceX poderá complicar (ou acelerar) os planos.
Criar uma fabricante de satélites e serviços associados com força para disputar a liderança deste promissor mercado é a meta da joint-venture que vai unir ativos da Airbus, da Thales e do grupo Leonardo.
De acordo com Sean Duffy, administrador interino da NASA, a empresa de Elon Musk está atrasada no desenvolvimento da Starship, o que leva a agência a ter de considerar opções para a Artemis III. "Vou deixar que outras empresas concorram com a SpaceX, como a Blue Origin”, afirmou o responsável.
Através de um duplo lançamento de foguetões Falcon 9, um na Flórida e outro na Califórnia, que levaram mais um lote de 56 satélites a bordo, a SpaceX atinge a marca dos 10.000 satélites lançados para a órbita terrestre.
É mais um passo da SpaceX na direção da missão que em 2027 vai levar astronautas da NASA de volta à Lua, e mais tarde a Marte. A Starship concluiu mais um teste com sucesso e os vídeos mostram imagens impressionantes do seu poder de fogo e do mergulho no Oceano Índico.
Neste novo teste, a SpaceX quer dar continuidade às demonstrações bem-sucedidas do último voo, com experiências que têm como objetivo recolher dados importantes para a próxima geração do booster Super Heavy, mas também testar o escudo térmico da Starship.
Terá sido um negócio de venda de ações detidas por colaboradores da empresa que voltou a fazer subir o valor da dona do ChatGPT. Já vale mais que a Spacex. Nas cotadas, ultrapassou gigantes como a Exxon Mobil, a Alibaba ou a Samsung.
A SpaceX está a planear um novo voo com a Starship com o objetivo de colocar o primeiro estágio do foguetão em órbita. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos ainda está a avaliar as rotas propostas, mas já avançou que podem causar perturbações prolongadas no tráfego aéreo.
Técnicos de segurança da NASA têm duvidas que a Starship da SpaceX consiga ultrapassar com sucesso todas as fases de testes a tempo de levar astronautas a pisar a Lua em 2027. Já a segunda fase da missão pode até ser antecipada.
A rota espacial em direção à ISS está cada vez mais “concorrida” e, ainda este fim de semana, à medida que uma missão russa já estava em órbita, outra norte-americana estava a preparar-se na Terra para seguir rumo ao Espaço.
O brilho refletido pelos satélites é uma dor de cabeça para os astrónomos e curiosos que cada vez têm mais dificuldades em observar o céu noturno sem essa interferência. Um novo relatório dá mais pistas sobre a gravidade do problema e identifica os “piores alunos”.
Depois de alguns adiamentos, o décimo voo da Starship decorreu com sucesso, sem explosões, cumprindo os objetivos de colocar uma carga de satélites em órbita.
Além de comida e equipamentos para os astronautas, a nova missão de reabastecimento, que está prestes a chegar à ISS, conta com várias experiências científicas que incluem, por exemplo, células estaminais, implantes médicos e materiais para imprimir cubos metálicos em 3D.