Depois de uma superlua em novembro e dezembro do ano passado, 2026 começou da melhor forma para os entusiastas da observação astronómica. Além da chuva de estrelas Quadrantidas, que atingiu o seu pico no dia 3 de janeiro, o primeiro fim de semana do novo ano ficou marcado por uma superlua.
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O fenómeno foi captado por fotógrafos um pouco por todo o mundo, dos Estados Unidos à China, passando pelo Reino Unido, Argentina ou Arábia Saudita. As imagens são impressionantes e, na galeria que se segue, pode ver algumas das melhores.
Clique nas imagens para ver algumas das melhores fotos da primeira superlua do ano
Embora o termo superlua não seja uma descrição astronómica oficial, esta designação é normalmente usada para descrever uma Lua cheia que ocorre a menos de 10% da distância do perigeu, explica a NASA.
As superluas ocorrem apenas três a quatro vezes por ano e sempre de forma consecutiva. Quando a lua cheia ocorre próxima do perigeu, pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante do que quando está no apogeu (ou seja, no ponto mais distante da Terra). A maior proximidade intensifica a percepção do tamanho e do brilho.
Veja a explicação no vídeo da NASA
Recorde-se que, depois da superlua de janeiro, a próxima só chegará no dia 24 de novembro e a última, prevista para 23 de dezembro, promete ser a mais impressionante. Esta será a Lua cheia mais próxima da Terra desde 2019, ficando a 356.740 quilómetros do nosso planeta.
Mas há mais bons motivos para observar o céu noturno ao longo de 2026. Além de várias chuvas de estrelas, o calendário astronómico para este ano inclui “desfiles” de planetas e quatro eclipses, dois solares e dois lunares.
O primeiro, no dia 17 de fevereiro, é um eclipse solar anular, mas só será visível na sua totalidade na Antártida. Por outro lado, regiões na América do Sul e em África poderão observar um eclipse solar anular parcial.
Já no dia 3 de março haverá um eclipse total da Lua, numa “Lua de Sangue” que será totalmente visível na região do Pacífico e parcialmente visível em partes da Ásia, Austrália e Américas.
Um dos eclipses mais esperados é o que ocorrerá no dia 12 de agosto. Este eclipse solar total será visível na Groenlândia, Islândia e Rússia, mas também em Espanha e numa pequena parte de Portugal.
O último eclipse do ano acontecerá também em agosto, neste caso, entre os dias 27 e 28. Segundo a NASA, este eclipse lunar parcial será visível em várias regiões das Américas, Europa, África e ainda da Ásia ocidental.
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