Ainda esta semana foram inaugurados novos centros tecnológicos na Escola Secundária Sá de Miranda, em Braga, e na Escola Secundária D. Maria II e Escola Secundária Alberto Sampaio. Fazem parte de um grupo de 400 Centros Tecnológicos Especializados (CTE) que o Governo quer abrir até final de março, e que contam com o financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
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O investimento total é de 500 milhões de euros e o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, destaca a "grande valorização" que esta iniciativa representa para o ensino profissional. Na abertura dos novos centros o ministro garantiu que os prazos estão a ser cumpridos e que concretizam uma "grande transformação no ensino profissional", conforme citado em comunicado.
Segundo o executivo, "os centros visam potenciar a inovação e a excelência no ensino secundário, assegurando formação prática e tecnológica alinhada com as necessidades das empresas, das comunidades e dos territórios". Os CET promovem também "a articulação entre escolas, tecido empresarial e comunidade, estimulando competências técnicas, criatividade e espírito empreendedor nos jovens".
A necessidade de reforçar as competências técnicas está identificada, com o reforço do talento a fazer parte das estratégias para o digital, entre as quais a Agenda Nacional para a Inteligência Artificial.
Perto de um terço da população portuguesa está acima do nível básico de competências digitais, de acordo com o indicador global de literacia digital da Comissão Europeia (Digital Skills Indicator 2.0), que tem como referência dados de 2025 e que é a base do relatório Competências digitais da população e das empresas em 2025.
Um estudo da Proforum e da Accenture divulgado no ano passado aponta a necessidade de uma resposta coordenada para alinhar a formação em engenharia e tecnologia para o futuro. Segundo os dados, 40% das competências de trabalho nucleares vão mudar nos próximos cinco anos, o que exige a requalificação (upskilling e reskilling) de metade dos profissionais ativos, e que 43% dos trabalhadores admitem mudar de empregador, agravando a escassez de talento e dificultando a retenção do mesmo.
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