A entidade reguladora indica que o acesso simultâneo à TVS (serviço de distribuição de sinais de TV por subscrição) e à TDT nas residências principais atingiu 16,3% das famílias, mais 0,1 p.p. do que no ano anterior.
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Olhando apenas para as residências principais, 89,2% das famílias tinham TVS, sendo este o principal meio de acesso ao sinal de TV. Já a TDT foi utilizada por 22,7% das famílias na sua residência principal, mas não necessariamente de forma exclusiva.
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Como lembra a ANACOM, desde 2022 que a percentagem de famílias com acesso à TDT tem vindo a diminuir. “Em 2025 atingiu-se o valor mais baixo desde que se recolhe este tipo de informação (2016)”, indica a entidade reguladora.
No que toca às famílias com residências secundárias, cerca de 43,1% referiram ter algum acesso à TDT, num valor inferior ao registado em 2024, que estava na ordem dos 46%.
Tendo em conta as residências principais e as famílias com residências secundárias, a ANACOM estima que 24,4% dispunham que um acesso ao sinal de TV através da TDT, sendo este valor inferior ao registado no ano anterior (menos 1,3 p.p.).
No ano passado, contabilizaram-se 1,5 milhões de televisores com acesso à TDT: 1,3 milhões em residências principais e 211 mil em residências secundárias. Segundo a entidade reguladora, registou-se um decréscimo de 1% no número de televisores com acesso à TDT face ao ano anterior.
A utilização da TDT pelas famílias varia consoante a localização geográfica. As regiões Centro (9,3%) e Norte (8%) foram as que registaram uma maior percentagem de famílias com acesso exclusivo à TDT.
Considerando a TDT de forma não exclusiva, estas regiões voltam a destacar-se, assim como o Alentejo, com taxas de penetração entre os 26% e os 28%. Já a taxa de penetração da TVS foi superior à média nacional nas Regiões Autónomas, Península de Setúbal e Grande Lisboa.
Os dados, integrados no relatório “Meios de acesso ao sinal de TV em 2025”, indicam também que as famílias com crianças e com maiores rendimentos tendem a registar uma taxa de penetração mais elevada de TVS. Por outro lado, as famílias sem crianças e aquelas com menores rendimentos verificaram maiores taxas de penetração de TDT. Ao todo, cerca de 13,5% das famílias com mais baixos rendimentos tinham acesso exclusivo à TDT.
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