"Temos de colocar a realidade virtual na mão das pessoas, de forma barata, leve e portátil", disse Hugo Barra, atual responsável pela Oculus, durante a sua apresentação na F8, a conferência anual para programadores que o Facebook organiza para anunciar novidades relativas aos seus serviços.
Ao contrário de outros dispositivos, o Oculus Go funciona sem o auxílio de um computador ou smartphone e apresenta melhorias significativas em relação ao Oculus Rift, lançado em 2016, como melhores lentes e um sistema de som que dispensa o uso de fones.
Na altura do lançamento do equipamento, no ano passado, Mark Zuckerberg afirmou que este é um headset para utilizações quotidianas de realidade virtual e que seria uma forma de sustentar a conquista de uma meta há muito estabelecida pela tecnológica: contabilizar mil milhões de utilizadores de RV. “O nosso objetivo é criar uma experiência em seja possível falar com alguém como se estivesse na mesma sala, mesmo que esteja no outro lado do mundo”, afirmou agora o “patrão” da gigante tecnológica.
Com uma bateria que dura até duas horas, os Go chegam com mais de 1.000 aplicações e jogos e são feitos em parceria com a chinesa Xiaomi e a Qualcomm. De acordo com a rede social, só devem ser usados por "maiores de" 13 anos.
Além da versão de 32 GB, de 199 dólares, também há a versão de 64GB, vendida por 249 dólares. O headset, comercializado em 23 países, vai ser lançado na Europa a 220 euros, mas Portugal ainda não entra nas contas.
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