Quase 80 pessoas foram detidas no âmbito de uma operação internacional, com participação de Portugal, que desmantelou uma plataforma online de pornografia infantil e que tinha mais de 1,8 milhões de utilizadores em todo o mundo, anunciaram hoje as autoridades alemãs.
Pelo menos 25 pessoas foram detidas por distribuírem através da internet conteúdos de pornografia infantil gerados por Inteligência Artificial (IA), numa das primeiras operações internacionais do género, anunciou hoje a Europol.
As denúncias de crimes sexuais online contra crianças aumentaram mais de sete vezes desde 2019. A maioria acontece no telemóvel quando os jovens estão menos acompanhados e as denúncias cobrem crianças a partir dos 8 anos, revela a PJ.
A pornografia infantil online está a aumentar com o desenvolvimento de inteligência artificial, banalizando a violência sexual contra crianças e dificultando a proteção das vítimas, defendem especialistas.
Foi o primeiro caso do género no Reino Unido e a pena foi exemplar. O homem de 27 anos que usou inteligência artificial para manipular imagens de crianças e criar conteúdo pornográfico foi condenado a 18 anos de prisão.
Depois de ter desistido de implementar um programa para descartar o upload de conteúdos de abuso sexual de menores no iCloud, a Apple parece ter perdido o fôlego nos esforços para combater o fenómeno. O número de suspeitas reportadas é escasso e não bate certo.
A Polícia Judiciária alerta para os crimes de pornografia infantil no WhatsApp. São criados grupos na rede social onde são adicionados contactos de crianças e jovens estudantes com o propósito de expor as crianças aos conteúdos.
A IWF tem a missão de “policiar” a internet à procura de sites de pornografia infantil que investiga e tenta desligar. Começou a procurar em maio sites com conteúdos criados por inteligência artificial e está preocupada com as primeiras conclusões.
O suspeito terá aproveitado a proximidade permitida pela sua profissão para solicitar através das redes sociais o envio de vídeos e fotografias íntimas das vítimas.
Polícia Judiciária detém homem ligado a crimes de pornografia infantil e apreende unidades de armazenamento com milhares de ficheiros com conteúdos ilícitos.
A Polícia Judiciária anunciou hoje a detenção de 15 homens, com idades entre os 23 e os 60 anos, no âmbito da operação "3P" de combate à pornografia de menores na Internet.
A Polícia Judiciária realizou operações de monitorização das redes “peer to peer” e de diversas plataformas de comunicação para detetar as partilhas de conteúdos pornográficos com menores.
De acordo com António Gomes, o coordenador de Investigação Criminal da diretoria da Braga da PJ, o “aumento considerável dos crimes” requer “uma ação conjunta de todas as entidades, de modo a conhecer os perigos envolvidos na utilização da Internet e as medidas preventivas a adotar”.
O novo diploma aprovado em Assembleia da República prevê filtros de acesso garantidos pelas operadoras de telecomunicações e penas mais duras para os infratores.
De acordo com a APAV, o número de denúncias realizadas à Linha Internet Segura em abril superou as do mês anterior. Em março foram registadas 40 denúncias de pornografia infantil, sete de chantagem sexual e três de aliciamento de menores.
A iniciativa da National Crime Agency do Reino Unido (NCA) segue a apresentação de uma proposta de lei do Governo de Boris Johnson que poderá fazer com que a Ofcom passe a escrutinar a atuação de redes sociais e plataformas digitais.
Os criminosos cibernéticos estão sempre à procura de novas formas de abordagem às vítimas, diminuindo as suspeitas e formas de deteção. A Europol apresentou novas técnicas que deverá estar atento.
Entre os jovens processados pelo Ministério Público da Dinamarca encontram-se também menores que terão, alegadamente, partilhado pelo Messenger conteúdos sexuais de um casal de 15 anos.
A PJ deteve um homem e constituiu 19 arguidos na sequência da operação de combate à pornografia de menores na Internet, na sequência de informação fornecida pela EUROPOL.