Ao longo do primeiro semestre deste ano, a Anacom recebeu 37,3 mil reclamações o que representa um aumento de 17% face ao período homólogo.  As queixas em relação às comunicações eletrónicas são as mais representativas, com um crescimento de 13,5%, num total de 30,5 milhões.

Os dados divulgados esta quarta-feira, numa nota de imprensa, mostram que, entre janeiro e junho deste ano,  a MEO foi a operadora que motivou o maior número de queixas neste domínio (38,5%). Seguiram-se, por esta ordem, a NOS, com uma percentagem de 36,2, a Vodafone com 19,6% e a NOWO com 4,2%.

As reclamações de todas as operadoras incidem mais sobre a “Venda do serviço” e o “Cancelamento do serviço”, representando 14,8% e 13,8%, respetivamente. O assunto mais reclamado que mais cresceu, com uma subida de 58,5%, foi o da “Alteração das condições contratuais pelo operador,” a representar 7,3% das queixas.

O serviço telefónico móvel originou 24,9% das queixas, mas os serviços em pacote, para além de registarem o maior volume de queixas, com 28,4%, apresentaram também a maior taxa de reclamações (2,4 reclamações por 1.000 clientes), sendo a única acima da média de 2,1 reclamações por 1.000 clientes.

A operadora NOS  viu a sua taxa de reclamações diminuir face ao semestre homólogo, no entanto, juntamente com a NOWO, registou uma taxa de reclamações superiores à média no período em análise, com 3 e 6,1 reclamações por 1.000 clientes, respetivamente. A MEO registou 1,9 reclamações e a Vodafone recolheu 1,4 reclamações por 1.000 clientes.

As reclamações sobre serviços postais, com um registo de 5,435 queixas, também aumentaram 26,5% face ao período homólogo, com os CTT – Correios de Portugal a serem responsáveis por 92% dos protestos, seguidos dos CTT Expresso, com 4,5% das reclamações.

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