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O relatório de transparência da Google mostra o que a empresa está a fazer para combater a cópia ilegal de conteúdos no YouTube e nas pesquisas, mas também nos anúncios.
O relatório foi divulgado hoje e como é habitual traz uma série de dados e números relativos ao trabalho da empresa no combate à pirataria online, e na remoção de conteúdos que violam os direitos de autor. Mais de 3 mil milhões de URLs já foram removidos da pesquisa por violarem direitos de autor desde o lançamento de uma ferramenta de denúncia, e só em 2017 a Google reprovou mais de 10 milhões de anúncios que foram considerados suspeitos de transgredir os direitos ou que estavam ligados a sites de pirataria.
No post no blog da Google a empresa explica os seus esforços para remunerar os conteúdos legítimos no YouTube, onde já entregou mais de 3 mil milhões de dólares a detentores de direitos que assim monetizam o seu conteúdo nos vídeos através do Content ID.
Os dados do relatório de transparência também foram atualizados e incluem dados da primeira metade de 2018, mostrando que a Google recebeu 57.868 pedidos de Governos sobre 126.581 contas. Em Portugal a percentagem de pedidos que resultaram na apresentação de dados foi de 61%, menos do que no ano passado.
O relatório adianta ainda que a pirataria online está a diminuir e que a Google tem investido numa série de ferramentas nesta área, e que uma das formas mais eficazes de impedir o roubo de direitos de autor é cortar as formas de financiamento, como a utilização de addwords e dessistemas de monetização.
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