As perdas no ecossistema cripto são cada vez mais resultado de ataques informáticos bem sucedidos às plataformas que suportam as transações, do que casos de fraude. No primeiro trimestre foram batidos todos os recordes e os Exchanges foram os grandes visados.
Os ataques foram responsáveis pela totalidade das perdas registadas em janeiro no ecossistema cripto. Segundo a Immunefi, a maior quantia foi perdida em ataques à Phemex e à Moby Trade. No que toca a ataques na Blockchain, a BNB Chain foi a mais afetada.
O relatório da Immunefi relativo ao terceiro trimestre do ano mostra que foram identificados 34 incidentes de hacks e fraude no terceiro trimestre do ano, com perdas de 412 milhões de dólares.
Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, as perdas registadas nos três primeiros meses de 2024 representam uma queda de 23,1%. No entanto, o ecossistema das finanças descentralizadas continua a enfrentar desafios significativos, indica a Immunefi.
O mais recente relatório da Immunefi realça que os ataques continuaram a ser a causa predominante das perdas deste ecossistema ao longo de janeiro, totalizando mais de 122 milhões de dólares.
Despedimentos, ecos do colapso da FTX, Binance na mira da Justiça norte-americana e perdas causadas por ataques e fraudes voltaram a abalar a confiança. Mas nem tudo está perdido.
Dados avançados pela Immunefi mostram que, só este ano, os ataques e fraudes ao ecossistema de Cripto e DeFi resultaram em perdas que ultrapassam a marca dos 1,7 mil milhões de dólares.
Os dados são do novo relatório da Immunefi, a plataforma de bug bounty e serviços de segurança para serviços financeiros descentralizados (DeFi). Este ano as perdas do ecossistema já ultrapassam os 702 milhões de dólares devido a ataques de hackers e fraudes.
Estamos a avançar para uma tokenização da economia, com a criação de valor de ativos digitais e inovação no mundo das DeFi e Fintech. O Euro digital está a acelerar e a regulação das stablecoins através da diretiva MiCA está praticamente aprovada, mas fica a certeza de que não vamos deixar de ter mo
Como afirma Pedro Granate, cofundador e COO da Zharta, o processo de reinvenção para acompanhar a evolução da Blockchain e Web3 é uma “tarefa hercúlea”, no entanto, é necessário pensar nela com mais seriedade e “aceitar a experimentação” sem deixar de proteger a economia e as pessoas.
Os protocolos de finanças descentralizadas (Defi) foram os principais alvos de esquemas para roubar criptomoedas, durante o segundo semestre. Entre fraudes e ciberataques dominaram os segundos.
As conclusões são de um estudo da Immunefi e refletem o impacto do ataque à Ronin Network em março. No primeiro trimestre foram desviados 1,23 mil milhões de dólares de plataformas de transação de criptomoedas, entre ataques informáticos e esquemas de fraude.
Os criptoativos estavam guardados em carteiras digitais ligadas à plataforma de finanças descentralizadas BadgerDAO. A investigação prossegue, mas a falha explorada para o ataque estava a ser usada há quase um mês.
O desvio de mais de 600 milhões de dólares em moedas digitais foi feito a partir da plataforma Poly Network mas mais de metade do valor já foi devolvido. Será que a ameaça de perseguição global da empresa roubada surtiu efeito?
Os gráficos que mostram a evolução do fenómeno dos NFTs são de deixar qualquer um de queixo caído. É caso para dizer que o mundo acordou para os takens não fungíveis com um verdadeiro sentido de urgência.