A informação foi dada pelos dois governantes, em conferência de imprensa, no final de uma reunião, em Madrid, onde o desenvolvimento dos corredores 5G na Península Ibérica foi um dos temas abordados.
“Nestes corredores, de Évora a Mérida e de Aveiro a Salamanca, estamos a pensar usar os dois lados da fronteira, uma cidade espanhola e uma portuguesa, para desenvolvermos um grande programa de cidades inteligentes”, avançou Costa Silva.
O desenvolvimento de um ecossistema favorável a startups foi outro dos temas discutidos pelos representantes dos dois países, que, tal como disse Nádia Calviño, querem converter a Península Ibérica num “paraíso digital” para aquele tipo de empresas.
Foi ainda discutida a possibilidade de colaboração entre os dois países na indústria de semicondutores, que são essenciais, por exemplo, para a indústria automóvel, no desenvolvimento de uma “fileira da mobilidade elétrica” na Península Ibérica e no desenvolvimento de baterias e hidrogénio verde e das interconexões com a Europa.
Questionado sobre a aplicação de uma taxa sobre lucros extraordinários a empresas em Portugal, tal como Espanha está a fazer às energéticas e à banca, Costa Silva disse que o Governo está a aguardar as recomendações da Comissão Europeia, que serão depois analisadas e, se necessário, ajustadas à realidade portuguesa.
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