São os dados oficiais divulgados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para o concurso de acesso ao Ensino Superior 2026/27, com a distribuição das vagas por áreas, cursos e Instituições do Ensino Superior. No total, as vagas são superiores ao ano passado, com o regime geral de acesso a garantir 56.790 vagas, a que se somam 21.493 nos concursos especiais, num total de 78.283 lugares, mais 1.465.
A estes números pode ainda adicionar-se as vagas no ensino privado, com 29.315, para um total global de 107.598 lugares em licenciaturas e mestrados integrados nas instituições públicas e privadas, mais 2 882 do que em 2025.
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Este ano o Ministério está a preparar alterações nas regras de acesso, com a redução de duas para apenas uma prova de ingresso obrigatória, revertendo condições aprovadas em 2023. Isso poderá permitir a entrada de mais alunos, até porque o o ministro da Educação, Ciência e Inovação confirmou em audição parlamentar, no mês de janeiro, que essas regra das provas de acesso, que foi aplicada pela primeira vez aos candidatos para 2025/2026, terá sido responsáveis pela significativa redução do número de candidatos, que ficou abaixo dos 50 mil na 1.ª fase do concurso nacional de acesso, um número só comparado a 2018.
Entre os cursos que aumentam o número de vagas estão as licenciaturas em Educação Básica, com mais 12%, e os cursos de Medicina, neste caso através da abertura de um curso na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e o reforço na Universidade de Coimbra.
Mais vagas para quem vem de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP).
Para o concurso deste ano o ministério introduziu também em despacho novas regras para as Instituições de Ensino Superior que pretendem garantir maior autonomia e flexibilidade na fixação e gestão dos lugares para diversificar a base de candidatos, ajustando a oferta à procura e alargando o acesso a estudantes com percursos alternativos. Verifica-se por isso um aumento de 19% das vagas para titulares de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP).
Os Institutos Politécnicos públicos têm mais vagas nos cursos especiais e em comunicado o ministério indica que "os maiores aumentos ocorrem ao nível das vagas para titulares de Diploma de Técnico Superior Profissional (+233 vagas / + 19,3%), de Diploma de Especialização Tecnológica (+25 vagas/ + 11,8% cursos), de Cursos de Dupla Certificação (+118 vagas / + 14,7%) e para estudantes internacionais (+ 199 vagas / + 11,4%)".
Relativamente à área de competências digitais, existem 9.290 vagas em cursos de formação nesta área. Apesar da imposição da manutenção, no mínimo do número de vagas nesta área, tal como em Medicina, o ministério indica que "atendendo às alterações no procedimento de classificação dos ciclos de estudos quanto à sua área CNAEF, o universo de cursos classificados em 2025 poderá não corresponder na sua totalidade aos cursos que em 2026 visam formação em competências digitais".
No total há uma variação negativa, com menos 146 vagas para as competências digitais face ao ano passado, com o Instituto Politécnico de Beja, a Universidade de Évora e o Politécnico de Bragança a apresentarem as maiores descidas no número de vagas nesta área.
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