Andreia Trigo alerta para a assimetria que persiste no mercado das startups, em especial no acesso a financiamento por mulheres, e defende que tem de existir um alinhamento para a inovação atingir o seu verdadeiro potencial.
Procurar investimento e potenciais clientes, encontrar futuras parcerias ou avançar na internacionalização são alguns dos objetivos das startups que fazem parte da delegação portuguesa no 4YFN, o evento dedicado à inovação das startups integrado no Mobile World Congress (MWC) em Barcelona.
Este ano, a Startup Portugal leva 30 empresas ao 4YFN (Four Years from Now), o evento dedicado à inovação das startups integrado no Mobile World Congress (MWC) em Barcelona.
Organizado pela Flourish Mode, Local.Foundation, Algarve Evolution e pela 351 Associação Portuguesa de Startups, o evento está integrado numa iniciativa do Dia Internacional da Mulher, que será realizada em simultâneo em mais de 40 cidades em 25 países.
O relatório da Europe Startup Nations Alliance (ESNA) mostra que as políticas de apoio ao desenvolvimento das startups estão a conseguir desenvolvimentos em áreas críticas nos países da aliança. A taxa de progresso passou de 61% em 2024 para 70%.
O ano começou promissor para a cena de empreendedorismo europeia, com cinco empresas (nem todas oficialmente europeias) a garantirem o estatuto de unicórnio. Não há nenhuma portuguesa na lista.
Novos dados mostram que as fundadoras e cofundadoras de empresas europeias, em particular da Europa Central e de Leste, continuam a enfrentar dificuldades no acesso a financiamento de capital de risco.
O mercado norte americano é um dos destinos preferenciais das startups portuguesas, mas nem sempre a abordagem é a mais correta, defende Miguel Aguiar. A Startup Portugal tem em marcha um programa de apoio e esteve na CES 2026 a avaliar a possibilidade de parcerias com a organização.
A CES marca o início do ano para muitas empresas de tecnologia, mas a presença portuguesa continua a ser muito reduzida numa feira que conta com mais de 4 mil expositores. Com modelos diferentes, a Bandora, Appning, Ynvisible e Defined.ai estão a conquistar o seu espaço.
Este ano não há um tema único para a CES, mas a Inteligência Artificial vai estar por todo o lado, dos gadgets aos automóveis, passando pelos robots, as TVs, smartphones e computadores. Veja o que se pode esperar da feira que começa a 6 de janeiro em Las Vegas.
A iniciativa, liderada pela consultora portuguesa INOVA+, vai selecionar 20 startups para receberem apoio financeiro e mentoria. As candidaturas estão abertas até ao dia 5 de janeiro.
A China tem vindo a apostar significativamente no desenvolvimento de robots humanoides, com várias empresas a apresentarem soluções nesta área. Apesar do peso que a robótica representa na economia do país, surgem novos alertas para o surgimento de uma "bolha".
Como organização sem fins lucrativos, o Centro para a IA responsável vai funcionar como um "gerador de consórcios" focados no uso ético e seguro da tecnologia. De acordo com Paulo Dimas, há um novo consórcio planeado para avançar já no próximo ano.
Já são 17 os unicórnios que se fixaram em Lisboa e o balanço da Fábrica de Unicórnios faz-se também pelo apoio a startups e scalups e a abertura de novos hubs temáticos. Em entrevista ao TEK, Gil Azevedo diz que os dados demonstram a capacidade de Portugal atrair projetos internacionais.
A comissária Henna Virkkunen já tinha antecipado algumas das ideias durante o Web Summit, em Lisboa, e hoje a Comissão Europeia divulga a forma como quer simplificar as regras no mercado digital, e também as aplicadas à Inteligência Artificial. Há ainda uma "carteira digital" para guardar a "papelad
Com a Tekever a ultrapassar o valor de mercado de mil milhões de dólares em maio, Portugal tornou-se um dos 11 países europeus a produzir novos unicórnios este ano. Porém, no que toca a investimento tecnológico, o país deverá captar 230 milhões de dólares, numa descida face a 2024.
Durante os últimos dias, Lisboa transformou-se na capital das startups e, mesmo com a tempestade Cláudia, os pavilhões e palcos do Web Summit mantiveram-se animados. A cimeira chegou ao fim, mas já tem data marcada para o regresso.
Depois de dois dias de conferências “em cheio”, e com chuva à mistura, o Web Summit está quase a chegar ao fim. Mas a agenda do último dia ainda tem muito para acompanhar entre os múltiplos palcos e pavilhões da cimeira tecnológica em Lisboa.
A organização já tinha avisado que as previsões meteorológicas para o segundo dia do Web Summit não eram as mais animadoras, mas a chuva não “apagou” o entusiasmo das startups e participantes da cimeira tecnológica em Lisboa.
Com um total de 5.694 startups, Portugal atinge o objetivo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com o ecossistema a entrar numa nova fase de consolidação e maturidade, indicam novos dados da Startup Portugal, avançados durante o Web Summit.
Entre conferências em múltiplos palcos, oportunidades para networking e para a “festa” das startups que se querem destacar no ecossistema de inovação, o primeiro dia do Web Summit chegou ao fim. Veja algumas das melhores imagens.
A Universidade de Lisboa lidera a edição de 2025 do Portugal’s Entrepreneurial Universities Ranking, da Startup Portugal, afirmando-se como a instituição que produz mais empreendedores, com mais de mil fundadores e com um valor empresarial superior a 30 mil milhões de euros.
Com mais uma edição do Web Summit aberta, a MEO mantém a parceria tecnológica para apoiar a rede de comunicações, mas também assegurar a segurança informática do evento, numa operação com mais de 170 pessoas, infraestruturas reforçadas e muitos kms de cabos de rede e fibra ótica.