A Springkode nasceu há pouco mais de seis meses para vender peças de roupa online, diretamente das fábricas para o consumidor – e fábricas que costumam trabalhar com grandes marcas internacionais, a maioria de luxo.

Uma das apostas da plataforma é a exclusividade, limitando a produção a um máximo de 50 peças por modelo. Os preços das peças disponíveis variam entre os 27€ e os 169€.

Depois de cerca de um ano a "marinar", o projeto de Reinaldo Moreira, Francisco Pimentel e Miguel Pinto “arrancou” em agosto último com três fábricas como parceiras, “aquelas que considerámos ser a escolha certa para testar o modelo de negócio”. O projeto, “felizmente”, está a crescer e o objetivo para este ano é chegar às 10 fábricas, disse Reinaldo Moreira ao SAPO TEK.

As contas ao sucesso não se fazem apenas com os “fornecedores”. A plataforma acaba de assinar um protocolo com a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) e também marcou presença na MOMAD 2019, em Madrid, já que o interesse é tornar a oferta mais internacional.  “A indústria têxtil e de calçado espanhola é reconhecida, somos vizinhos e parceiros comerciais, sendo por isso um passo importante para a Springkode abrir portas indústria espanhola e outros mercados europeus”, aponta o co-fundador.

Atualmente a oferta é 100% proveniente de confeções portuguesas e é o público português que se sente mais identificado com o projeto. Os clientes em Portugal representam 80% das visitas diárias, que já rondam o milhar.

“As vendas estão acima das nossas expectativas e beneficiam do facto de termos aberto a comercialização a lojas multi-marca, que adoraram a nossa ideia e estão a comprar produto dos nossos parceiros para revender nas suas lojas”

Reinaldo Moreira mostra-se satisfeito com o interesse que o projeto tem suscitado junto do público feminino, por enquanto o único beneficiado pela oferta, e está confiante que o mesmo se passará com o masculino, para o qual a Springkode terá muito em breve produtos.

O calçado e a bijutaria são também novas áreas onde a Springkode quer chegar ainda em 2019. “Para tal procuramos parceiros e investidores alinhados com a nossa visão e plano de crescimento, que nos possibilitem aumentar a oferta e almejar os mercados internacionais de uma forma estruturada”, refere o sócio fundador. Fica o “recado”.

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