A ANSOL reconhece que as redes sociais têm um papel cada vez mais importante nas instituições públicas, permitindo que haja um canal de comunicação direto com o público, mas defende uma abordagem mais abrangente.
A ideia é que as instituições públicas não se limitem às plataformas mais conhecidas, como o Twitter, Facebook, YouTube ou Instagram, já que isso tem implicações para quem não quer usar essas redes e ao mesmo tempo "serve indiretamente de publicidade a estas empresas e incentiva a sua utilização".
"Hoje em dia há alternativas, como o Fediverso, que estão a crescer em popularidade e que já são utilizadas por várias instituições públicas europeias", indica a ANSOL em comunicado. A associação lembra que o Fediverso é uma rede de várias aplicações independentes, como o Mastodon, que comunicam entre si usando um protocolo comum e que existe a opção dos utilizadores operarem o seu próprio servidor ou de se juntarem a servidores existentes.
"Ao se juntarem ao Fediverso, as instituições públicas passam a contribuir para uma rede de comunicação independente e soberana, livre da influência e controlo das megacorporações que gerem as redes sociais privadas. O público deixa de ser obrigado a ceder a sua informação pessoal a estas entidades para poder acompanhar as comunicações das instituições públicas", afirma a associação.
Para promover esta ideia a ANSOL lançou a campanha FediGovatravés da qual quer aumentar a sensibilização para este problema e oferecer oportunidades concretas às instituições e ao público.
Na iniciativa os cidadãos são incentivados a contactar as instituições públicas para pedir que divulguem as suas comunicações no Fediverso.
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