Nos pavilhões do Web Summit, as empresas de maior capacidade dão normalmente nas vistas pela sumptuosidade dos seus stands. Algumas associam-lhes dinâmicas convidativas, outras “brindes” apetecíeis. Já o emaranhado de “balcões” de quem quer arranjar investidores, luta-se “taco a taco”, “costas com costas” ou “lado a lado”, num espaço ínfimo que deixa muito pouca possibilidade de diferenciação. Mas há sempre quem consiga destacar-se.

Nos “retângulos” Alpha e nos ligeiramente maiores “quadrados” Beta também há folhetos e brindes “normais”: canetas, crachás, blocos e até t-shirts, mas a “normalidade” não parece funcionar muito além para captar segundo olhares. Agora distribuir preservativos ou acepipes, quando se é, respetivamente, uma startup na área da segurança ou na área alimentar já é capaz de dar mais resultado.

Da experiência deste e de outros anos há algo que parece funcionar sempre: cores garridas. Seja nas peças de roupa vestida, seja em adornamento do balcão. O género role play também vale, se bem que a edição de 2018 tenha ficado um pouco aquém das outras duas edições do Web Summit em Lisboa – ou pelo menos no terceiro dia do evento, já que as startups vão mudando.

Uma das tendências deste ano foi a utilização… do chão. E com sucesso. Desde o desviar para não pisar ao tropeçar de facto, não deve ter havido quem não reparasse nos “elementos de promoção”. Para perceber, é só ver as imagens…

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