Os smartphones são cada vez mais um “bem de primeira necessidade”, e é já quase impossíveis imaginar a nossa vida sem eles. Hoje em dia, um telefone substitui o PC, a máquina fotográfica, a consola de jogos, o leitor de música e de vídeo, os cartões de pagamentos, o relógio, o despertador, um livro e até uma lanterna. Por ser cada vez mais sofisticado e versátil, e pelo facto de nos acompanhar 24/7, o tempo de utilização diário de um smartphone tem vindo a aumentar nos últimos anos, e a relação de dependência é, na maioria dos casos, inquestionável.

O grande problema? A autonomia. As baterias que equipam os telefones modernos são bastante mais potentes, no entanto, isto não se traduz necessariamente em mais dias de autonomia. Os telefones têm, também eles, ecrãs e processadores mais sofisticados. Ou seja, precisam de mais energia para colocarem à disposição dos consumidores todas as funcionalidades e qualidade prometidas.

Por regra, são raríssimos os equipamentos que conseguem garantir autonomia para mais do que um dia de utilização intensiva. E quando a bateria acaba, o utilizador desespera. O powerbank é o herói que salva quase sempre o dia. Este pequeno “poço” de energia portátil consegue aumentar a autonomia de vários aparelhos e carregar as respetivas baterias. É muito simples de usar, não exige configurações, requisitos de compatibilidade ou sequer instalações e atualizações. Desde que tenha carga, basta ligá-lo ao equipamento que quer carregar, e já está! Isto não significa que deve escolher o mais barato, o mais pequeno ou o mais bonito da loja. Antes de comprar um powerbank deve considerar os seguintes pontos:

1. Mais mAh = Mais energia - A capacidade de um powerbank mede-se em mAh. 2.000 mAh pode parecer suficiente, mas na verdade apenas o ajudam numa emergência. Já 10.000 podem resolver a maior parte dos seus problemas de energia, naquele momento.

2. Faça contas - Não acredite em tudo o que lê na caixa. Esta até pode dizer que aquele powerbank consegue carregar três telefones. Mas a pergunta que deve fazer é? E qual a capacidade da bateria desses telefones? Na prática um powerbank com 2.000 mAh consegue carregar totalmente um telefone com uma bateria de 1.920 mAh, mas nunca um equipamento com uma bateria de 3.000 mAh, como o Galaxy S8, por exemplo. Também convém saber que existe perda de energia no processo de carregamento, ou seja, os 2.000 mAh não são completamente aproveitados.

3. Velocidade de carregamento – Nem todos os powerbanks têm a capacidade de carregar um equipamento à mesma velocidade. Atualmente, a maior parte do Powerbanks tem um output de 2.4A, mas ainda existem muitos modelos com 1A. Quanto maior for o output, mais rápido é o carregamento. O mínimo aconselhável para um equipamento Android é um output de 1.5A. Os cabos de fraca qualidade também influenciam o tempo de carregamento dos seus dispositivos.

4. Carregamento rápido – Já existem powerbanks com esta capacidade, mas atenção, tem que verificar se o seu smartphone ou tablet suporta esta tecnologia.

5. Portas – Se tem mais do que um dispositivo, opte por um powerbank com mais do que uma porta USB. Desta forma, vai conseguir carregar mais do que um equipamento de uma vez.

6. O tamanho não importa – Existem modelos grandes e outros extremamente pequenos. A dimensão de um powerbank não determina a sua qualidade, apenas a facilidade de transporte.

7. Sem fios – Se tiver um equipamento que suporte carregamento sem fios, pode optar por um powerbank wireless e de carregamento rápido.

8. Todo-o-terreno – Se gosta de aventura e da natureza – acampar, montanhismo, rapel, ciclismo, pesca, etc - um powebank solar pode ser uma boa opção. Onde existir incidência de luz há energia. Se pratica um desporto que envolve mais impacto, ou água, escolha um modelo mais reforçado, resistente à água e resistente a quedas.

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