A Austrália começou hoje a bloquear o acesso a redes sociais aos menores de 16 anos, mas será esta a melhor forma de os proteger de conteúdos e comportamentos nocivos? Portugal ainda não tomou uma decisão e especialistas mostraram perplexidade sobre o que os jovens portugueses podem fazer online.
A partir desta quarta-feira, 10 de dezembro, os jovens com menos de 16 anos residentes na Austrália deixam de poder manter ou criar contas em redes sociais. A véspera foi de despedidas sentidas.
A proibição no acesso a redes sociais por menores de 16 anos vai entrar em vigor a 10 de dezembro, mas a Meta já está a verificar a idade dos seus utilizadores, usando um método que não parece ser infalível.
Com o governo australiano prestes a votar a lei de proibição de acesso redes sociais a menores de 16 anos, o Snapchat apresentou uma solução técnica interessante, ao usar o sistema de identificação bancária para provar a idade dos utilizadores.
Horas antes do voo de estreia, o Eris, o primeiro foguetão orbital da australiana Gilmour Space, perdeu o seu “nariz”. A startup adiou o lançamento e está a investigar o incidente.
Uma auditoria da NewsGuard detetou que os principais chatbots de inteligência artificial (IA) repetiram falsidades 16,6% das vezes em respostas a solicitações sobre alegações falsas e enganosas sobre as eleições australianas de três de maio de 2025.
A partir de janeiro, as plataformas que obtenham mais de 250 milhões de dólares australianos por ano em receitas na Austrália, ficam sujeitas ao pagamento de um imposto utilizado para financiar subsídios à comunicação social do país.
Caso o projeto se transforme efetivamente em lei, redes sociais como TikTok, Instagram, Facebook ou X vão ter um ano para encontrar forma de implementar as restrições de idade definidas, antes de começarem a ser multadas.
O Governo australiano ponta riscos de saúde física e mental para proibir os jovens com menos de 16 anos de acederem a redes sociais como o Instagram, TikTok e Facebook.
Numa fase anterior, este sistema foi utilizado por guardas-florestais em África. Agora o exército australiano pretende usar o Ground Unscrewed System para ajudar na deteção de ameaças externas.
Tal como aconteceu no ano passado no Reino Unido, França e Alemanha, o Facebook News vai ser descontinuado a partir de abril nos Estados Unidos e Austrália.
O Porto de Sydney será palco para um espetáculo de luzes e projeção de imagens geradas através de IA, que será combinado com cerca de 12 minutos de fogo de artifício para marcar a entrada em 2024.
O apagão nos serviços de telefone móvel e Internet que afetou mais de 10 milhões de australianos durante 12 horas na quarta-feira passada deveu-se a uma atualização informática, admitiu hoje a operadora de telecomunicações Optus.
Os principais portos da Austrália, que representam 40% do volume de mercadorias do país, retomaram as operações, anunciou hoje o maior operador portuário australiano, na sequência de um ataque informático na semana passada.
Após 12 horas de disrupções e de caos um pouco por todo o país, os serviços de telecomunicações da Optus começaram a retornar à normalidade. Kelly Bayer Rosmarin, CEO da operadora, descartou a hipótese de um ciberataque.
Uma comissão da câmara alta do parlamento da Austrália recomendou que os membros do Governo sejam proibidos de utilizar nos dispositivos de trabalho a rede social chinesa WeChat, uma medida já aplicada ao TikTok.
Além de Timor-Leste, países como Austrália e Indonésia também puderam observar o fenómeno raro, que segundo cientistas, só voltará a acontecer aqui a oito anos.
As autoridades australianas anunciaram que foram piratas informáticos russos os responsáveis pelo roubo dos dados da seguradora Medibank, exigindo um resgate de 9,6 milhões de euros para parar a sua partilha online.
Um grupo de hackers responsável pelo roubo de dados da seguradora australiana Medibank já tinha partilhado dados de centenas de clientes, como um aviso às suas exigências de extorsão.
Dados médicos de clientes da seguradora australiana Medibank foram divulgados hoje, depois da empresa se recusar a pagar um resgate pela informação de cerca de dez milhões de clientes.
O primeiro voo espacial da NASA a partir de um local comercial fora dos Estados Unidos descolou hoje de um território no interior da Austrália, um momento "histórico" para a indústria espacial do país.
Das montanhas de Mount Wellington, as praias do país e os vastos desertos vermelhos vão poder ser explorados com mais exatidão na nova atualização do simulador de voo Flight Simulator.
A possibilidade de avançar com legislação neste sentido foi revelada pelo Primeiro-Ministro da Austrália, que vê a opção como um recurso necessário, caso as empresas não se disponham a aceitar denúncias de comentários ofensivos e a apagá-los.