A agência da polícia europeia revelou que investigadores na Europa e na América do Norte apreenderam ou interromperam, pelo menos 15 servidores que hospedavam utilizadores e também o website VPNLab.net, que forneceu a grupos criminosos comunicações protegidas e acesso à Internet.
“O fornecedor VPN (…) foi usado para apoiar atos criminosos graves, como a implementação de ransomware e outras atividades cibernéticas criminosas”, realçou a Europol, que tem sede em Haia, nos Países Baixos.
A plataforma VPNLab.net, criada em 2008, foi “uma escolha popular para hackers” dispostos a pagarem uma mensalidade de 60 dólares (cerca de 52 euros) para usarem os serviços “para cometerem crimes sem medo de serem detetados pelas autoridades”, acrescentou.
Várias investigações demonstraram que os piratas informáticos exploraram esta plataforma para distribuir malware e infiltrarem-se ou destruírem sistemas informáticos. “Outros casos mostraram o uso do serviço na criação de infraestruturas e comunicações como suporte de programas de ransomware, bem como para a sua implantação real”, disse a Europol.
Na sequência da investigação, mais de cem empresas foram identificadas como expostas a ataques cibernéticos. As autoridades estão a trabalhar com potenciais vítimas para mitigarem a exposição destas, garantiu a Europol. A operação, liderada pela polícia alemã de Hannover , contou com inspetores de vários países da União Europeia, bem como homólogos do Reino Unido, Canadá, Ucrânia e Estados Unidos.
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