“A proporção da população empregada que trabalhou sempre ou quase sempre a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, isto é, em teletrabalho, foi 9,3%, abrangendo 455.500 pessoas, o que correspondeu à menor proporção deste indicador desde que começou a ser acompanhado no 2.º trimestre de 2020”, concluiu o Instituto Nacional de Estatística (INE), que publicou os dados do emprego referentes ao quarto trimestre e à totalidade do ano passado.

Considerando o total da população empregada nos últimos três meses de 2021 (4.879.000), 9,9% das pessoas (480.900) indicaram ter trabalhado sempre ou quase sempre a partir de casa.

Entre os que trabalharam maioritariamente em casa, 94,7% (455.500) estiveram em teletrabalho.

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Assim, aquele regime de prestação de trabalho abrangeu 9,3% do total da população empregada, o que corresponde a uma descida de 3,3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior e de 2,6 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre de 2020, correspondendo à menor proporção deste indicador desde que começou a ser acompanhado, há sete trimestres.

Dos 480.900 que indicaram ter trabalhado maioritariamente a partir de casa, 63,8% apontaram como motivo a pandemia de covid-19, o que corresponde a uma descida de 7,8 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior e menos 16,5 pontos percentuais do que no trimestre homólogo, correspondendo à proporção mais baixa desde o início da recolha do indicador, observou o INE.