
É um caso pouco convencional que não se vê todos os dias, mas um grupo de investigadores da Escola de Ciência Computacional e Engenharia Paul G. Allen conseguiu infetar moléculas genéticas com um malware que foi utilizado para, depois, atacar um sistema responsável pela análise das moléculas.
Já é possível armazenar dados em moléculas mas, até ao momento, ainda ninguém tinha ido muito além do básico. O que os cientistas fizeram foi demonstrar que, no futuro, os vírus para computador podem passar a ser transmitidos de uma forma única e que não requer qualquer tipo de computador para o espalhar.
Este método pode vir a ser usado para atacar redes universitárias ligadas à área da investigação, laboratórios forenses e policiais e redes de investigação científica através da análise das moléculas de ADN infetadas com um vírus. De salvaguardar que estes testes foram realizados num sistema completamente desprotegido que incluía um software de análise de ADN já corrompido, mas a experiência tinha como objetivo provar que é possível atacar um computador através de uma molécula.
Para já não existem motivos de preocupação, uma vez que este tipo de sistemas são altamente seguros, mas, no futuro, este pode vir a ser um problema caso o armazenamento molecular se tornar em algo banal como são, hoje em dia, os discos e as pens USB.
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