A OpenAI lançou o seu serviço ChatGPT no dia 30 de novembro, um chatbot que interage com humanos através de linguagem natural. Poucos dias depois, o CEO da OpenAI, publicou no Twitter que demorou poucos dias para alcançar um milhão de utilizadores. O objetivo da ferramenta é trazer novas possibilidades e maior realismo à interação entre a IA e os humanos, procurando ser uma alternativa a sistemas como a Alexa, Siri ou Google Assistant.

A nova versão do ChatGPT tem sido elogiada pelos melhores resultados de qualidade face ao anterior, pela sua capacidade de compreender e seguir melhor as instruções introduzidas. Para já encontra-se numa fase beta, estando disponível para utilização gratuita. Mas o próprio Sam Altman referiu que será necessário monetizar o sistema, de qualquer forma, referindo que os custos de computação eram de “fazer chorar”, quando questionado se o serviço se manteria gratuito para sempre. O próprio Elon Musk perguntou quanto ficava o preço médio por conversa.

A tecnologia é suportada pelo supercomputador Azure da Microsoft, que Sam Altman fez questão de agradecer. Este suporta a tecnologia com o poder computacional necessário para correr o ChatGPT, através da sua infraestrutura de IA.

ChatGPT

No seu blog, a OpenAI refere que o seu modelo ChatGPT foi treinado para manter uma conversa fluída. O formato do diálogo permite ao chatbot responder questões de seguimento, admitir erros ou mesmo desafiar situações incorretas ou rejeitar pedidos inapropriados. Foi utilizado o sistema RLHF (Reinforcement Learning from Human Feedback). Os responsáveis pelo treino do modelo de IA ofereceram conversas para os dois lados, do utilizador e do assistente virtual. Estes tiveram acesso ao modelo escrito de sugestões para ajudar a compor as suas respostas.

Pode saber mais sobre o ChatGPT e experimentá-lo na sua página.

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