Pode não parecer, mas o concurso de startups é um dos momentos mais importantes do Web Summit, e pode ser decisivo para o futuro destas empresas que procuram uma oportunidade no competitivo mundo da tecnologia, não apenas pelo valor do prémio e a visibilidade, mas também pelo "selo" de credibilidade que ajuda a abrir portas junto de investidores e de potenciais clientes. Todos os anos, 170 projetos são selecionados para este concurso, onde têm de provar valor.

Este ano o Web Summit recebeu milhares de inscrições e as finalista na ronda final, escolhidas de entre 170 projectos que este ano chegaram à fase de filtragem na conferência, foram a Lvl5, Wayve e FACTMATA que passaram por várias fases seleção, perguntas e apresentações perante os participantes da conferência.

"Todas as semifinalistas estão destinadas a grandes coisas", afirmou Paddy Cosgrave, mas só uma podia ser a vencedora, justificou. Tom Stafford, da DST Global, disse que a opção do júri foi diferente da do público, e a escolha acabou por recair na startup menos votada na aplicação.

Curiosamente, dois dos finalistas deste ano estão ligados ao desenvolvimento de tecnologia para carros autónomos, embora com conceitos diferentes. A lvl5 está a usar as câmaras e inteligência artificial para mapear a realidade e conseguir massificar a utilização de carros autónomos de forma mais rápida, enquanto a Waymo recorre à inteligência artificial para "ensinar" carros autónomos, como demonstrou num vídeo. O outro projeto finalista, a FACTMATA, está centrado noutro dos temas da atualidade, as fake news.

Em edições anteriores já participaram várias dezenas de empresas portuguesas e a Codacy conseguiu o prémio em 2014.

Nota da Redação: A notícia foi atualizada com mais informação. Última atualização 16h53

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