Apesar de Donald Trump ter anunciado a retirada dos Estados Unidos da América do Acordo de Paris, várias cidades norte-americanas declararam posteriormente manter-se firmes na prossecução dos seus objetivos. No entanto, semanas passadas desde o anúncio do presidente, são já inúmeros os políticos, as empresas, os ativistas e os investidores que declararam o seu interesse em manter-se na defesa pelo cumprimento do documento.
A convergência de vontades deu agora origem a novo movimento, chamado "We Are Still In". O manifesto deste grupo de entidades e identidades foi entregue esta terça-feira a António Guterres, Secretário Geral das Nações Unidas.
Em conferência de imprensa, Michael Bloomberg, antigo mayor da cidade de Nova Iorque e representante do movimento, prometeu, em nome de todos os signatários, "que a sociedade norte-americana irá manter-se comprometida com o alcance" das metas estabelecidas no que toca à concentração de gases de efeito estufa.
O "We Are Still In" conta com a participação de 900 nomes só na categoria de "Empresas e Investidores". Deste grupo contam-se várias "caras conhecidas" da indústria tecnológica como a Apple, Facebook, Google, Microsoft, Adobe, Airbnb, eBay, HP, Lyft, Uber, Spotify, Twitter, Tumblr, Yahoo e Tesla.
As tecnológicas são uma das forças motoras desta nova era industrial e representam um apoio essencial ao acordo. A cisão entre este sector da indústria e a postura de Donald Trump nesta área é conhecida. Recorde-se que pouco depois de Trump ter anunciado a sua decisão em não prosseguir com o cumprimento do acordo, Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, abandonou o grupo de conselheiros do presidente.
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