O voto de aprovação hoje conseguido no Parlamento permite que a proposta da Comissão Europeia possa avançar e segue-se a um entendimento alcançado em dezembro do ano passado nesta matéria.
O objetivo é conseguir uma solução única de carregamento para todos os equipamentos, que será mais relevante no mercado de telemóveis, reduzindo o lixo eletrónico e permitindo poupanças avultadas na indústria.
Com esta diretiva fica garantia a harmonização que vários fabricantes estão já a por em prática com a adoção de carregadores USB, mas que algumas das grande marcas ainda ignoram, nomeadamente a Apple.
A legislação terá impacto apenas no mercado europeu, mas pode definir novas regras que se aplicam globalmente, já que os fabricantes poderão optar por estender o sistema a outros mercados.
Do lado do utilizador final esperam-se impactos positivos com a redução da necessidade de multiplicação de carregadores para diversos dispositivos. As previsões apontam 2017 como o ano da chegada ao mercado do carregador universal para dispositivos eletrónicos.
Os países da UE têm agora dois anos para introduzir a norma na legislação nacional e os fabricantes contam com três anos para se adaptar às novas regras.
A diretiva substitui a R&TTE que foi aplicada em 1999 e define ainda alterações em equipamentos rádio para uso mais eficiente do espectro.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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