O Apple Card foi lançado em agosto de 2019 nos Estados Unidos e prometeu "um novo nível de privacidade e segurança". Agora, e depois de várias polémicas com o cartão desenvolvido pela Apple e Goldman Sachs, a empresa da maçã lançou um novo recurso que permite aos utilizadores exportarem dados de transações da Apple Wallet para outras apps.

Inicialmente, as despesas do Apple Card podiam apenas ser geridas através da aplicação Apple Wallet, mas essa realidade está a mudar. A partir de agora, os utilizadores podem exportar as despesas mensais para outras aplicações, que terão de suportar a importação de despesas no formato spreadsheet (CSV). Até então, o download do documento de todas as transações realizadas com o Apple Card estava apenas disponível em versão PDF.

Para ajudar os clientes a compreenderem melhor os seus gastos, o Apple Card recorre a técnicas de machine learning e ao Apple Maps, identificando claramente as transações com nomes e locais de comerciantes na app Wallet. Para além disso, fornece resumos de gastos semanais e mensais.

Depois de lançado “apenas para alguns”, o Apple Card já está disponível para todos nos Estados Unidos
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Três meses depois do lançamento do Apple Card, o Departamento de Serviços Financeiros de Nova Iorque abriu uma investigação à Goldman Sachs devido a alegadas práticas de discriminação de género no estabelecimento de limites de crédito. Até Steve Wozniac, cofundador da Apple, garantiu que a sua mulher enfrentou um comportamento discriminatório por parte do algoritmo de limite de crédito do Apple Card.

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