Jovens entre os 12 e 16 anos produziram e venderam, no ano passado, conteúdos íntimos online e foram identificadas crianças entre os 10 e os 13 anos como responsáveis pela criação destes grupos de partilha, alerta o Relatório Anual de Segurança Interna, que aponta também para a crescente influência
A ameaça do cibercrime aumentou em 2021, destacando-se a cibercriminalidade internacional "altamente organizada" contra alvos digitais portugueses que registaram "um efetivo agravamento", indica o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).
O relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2021 refere a existência de jovens em Portugal que, durante o período de confinamento, desenvolveram “rápidos processos de radicalização ‘online’” através de propaganda jihadista.