Há processos judiciais que parecem não “caber” em qualquer outro país do mundo, que não os Estados Unidos, mas mesmo aí, nem todas as pretensões que chegam às mãos dos juízes têm sinal para avançar.
É o caso da ação intentada por mais de 12 mil colaboradores atuais e antigos das lojas da Apple que queriam ser indemnizados pelo tempo perdido nas filas que se formam para a revista dos sacos que transportam quando entram e saem do local de trabalho nos seus momentos de pausa e no fim do turno.
As filas são longas e boa parte do tempo de pausa é consumido aí, queixavam-se os colaboradores, mas o argumento não foi bem acolhido pelo juiz que apreciou o pedido e que arranjou uma solução simples para o problema: os colaboradores que não transportem sacos ou produtos pessoais da marca, assim não precisam de esperar na fila.
Os colaboradores reunidos na ação trabalham ou trabalharam em lojas só no Estado da Califórnia, durante os últimos seis anos. Se a ação tivesse sido aceite a Apple poderia estar em maus lençóis, já que o caso abria um precedente e poderia dar azo a ações idênticas noutros Estados.
Na decisão o juiz explica que em vez de proibir a entrada de sacos e equipamentos da marca no local de trabalho dos colaboradores, deu-lhes a possibilidade de levarem esses bens, desde que aceitassem submeter-se a uma medida de segurança, que tem como objetivo prevenir situações de roubo.
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