Selfies a bordo de aviões, coleções de fotos nos locais “marcados” pelo Web Summit, e recolha de acreditações logo no aeroporto. A conferência de empreendedorismo que nos próximos dias traz a Lisboa nomes de peso e que reúne cerca de 70 mil participantes, entre investidores, empresas e empreendedores à procura de uma oportunidade de negócio, ou de 5 minutos de fama, já está a fazer mexer a cidade.

O dia começou com o Surf Summit, na Ericeira, e a notícia de que com o alargamento do “contrato” de permanência em Portugal a Web Summit vai também explorar praias mais a Sul, e Sagres pode ser o próximo destino. Pelas ondas onde o presidente executivo da Web Summit, Paddy Cosgrave, já esteve várias vezes para aprender a surfar, mas que também merece a distinção pelo valor histórico do local a partir do qual os portugueses deram novos mundos ao mundo, como tão bem disse Camões.

Por Lisboa são os espaços que acolhem os visitantes e os letreiros “Welcome to Lisbon” e “Web Summit” a pedirem selfies e fotos de grupo, mas também nos aviões que aterram na Portela se nota a afluência de quem vem para a conferência. E não faltam tweets com dicas para aproveitar a estadia, e comer pastéis de nata, embora este particular tenha levantado alguma contestação por apresentar a iguaria cortada a meio. E nem sequer era para ser uma versão “light”.

No Twitter a hashtag #websummit já está no top dos tópicos a seguir, e há desafios, como a descoberta de  7 símbolos para encontrar e fotografar em Lisboa.

Para já é tempo de instalar a app, obrigatória para levantar a acreditação, e tentar navegar pela gigantesca agenda. Este ano há mais três palcos e ao todo são 25 conferências “coladas” dentro do Web Summit, entre o Altice Arena e a FIL. Nem sempre é fácil de “esmiuçar” todas as talks mais interessantes e a versão PDF a que tivemos acesso tem 26 páginas bem condensadas.

Este ano são esperados 70 mil participantes, de mais de 170 países, uma subida significativa face aos 60 mil registados em 2017. Mas ao contrário das edições anteriores ainda não houve notícias de bilhetes esgotados, nem entre os jovens que tiveram mais uma vez acesso a entradas gratuitas ou a preços reduzidos. Mesmo assim, a máquina de marketing já começou a promover bilhetes para… 2019.

Por hoje o fim de noite estava calmo. Pela hora que levantei a acreditação no aeroporto de Lisboa a tenda gigante que foi montada não tinha filas. Havia mais voluntários do que participantes, e todos a garantir que a maior afluência tinha sido durante a tarde. Simpáticos, prestáveis e a falar bom inglês, os voluntários são uma boa ajuda e dificilmente alguém se vai perder.

Amanhã há mais certamente e não deverá ser fácil chegar ao Parque das Nações, sendo provável que se espere mais tempo para levantar as acreditações. Nós estaremos lá para contar tudo!

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