Os conteúdos abusivos ou ofensivas que eram publicados em interações na rede social só eram banidos depois de reportados pelos utilizadores. A empresa já tinha reconhecido o problema e comprometeu-se a trabalhar no assunto. Agora publicou uma nota, onde apresenta resultados e a capacidade de fazer seguir proativamente para revisão mais de um terço dos conteúdos impróprios é o mais relevante, mas há outros.
A empresa garante que desde o início do ano suspendeu mais de 100 mil contas criadas por utilizadores previamente suspensos, uma melhoria de 45% face ao mesmo período do ano passado. Revela ainda que suspendeu três vezes mais contas nas 24 horas após ter recebido queixas de utilizadores e que melhorou em 2,5 a capacidade de apagar informação privada.
Na nota em que detalha os resultados, o Twitter explica que são o culminar de “um conjunto de políticas relacionadas com comportamentos abusivos, conduta odiosa, incentivo ao autoflagelo e ameaças” a que a empresa está agora mais atenta, com a ajuda das mesmas tecnologias que já usava para detetar spam, manipulação da plataforma e outras violações de regras do serviço.
Para os próximos meses ficam prometidas mais novidades, que passam em grande parte do melhorar aquilo que já está a ser feito, no bloqueio de conteúdos inapropriados e para facilitar o report desse tipo de situação pelos utilizadores. A empresa garante que quer também dar um controlo cada vez maior aos utilizadores das interações com as suas publicações.
Nesse sentido, a partir de junho vai experimentar algumas novidades. Uma delas é dar aos utilizadores a possibilidade de esconderem as respostas aos seus tweets. Não serão eliminadas mas deixam de estar visíveis, se o autor da publicação assim entender.
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