Não é segredo para ninguém que o presidente dos Estados Unidos da América tem uma paixão pelo Twitter. Para o norte-americano, a plataforma de micro-blogging é um dos canais de comunicação pública prediletos. Mesmo antes da campanha, Trump era utilizador ativo, a eleição, porém, trouxe-lhe 13 milhões de novos seguidores - uns mais verdadeiros do que outros, no entanto.
De acordo com o Twitter Audit, uma plataforma online que consegue analisar os seguidores de uma dada conta e aferir a sua legitimidade, o perfil de Trump tem quase mais contas falsas a segui-la do que verdadeiras. Contas feitas, são cerca de 49% contra 51%.
John Niven foi o primeiro a chamar à atenção para a situação. O guionista escocês notou um pico de seguidores na conta de Trump durante o último fim-de-semana e o fenómeno foi rapidamente descortinado pelo resto da internet.
Apesar do valor ser muitas das vezes tido como um indicador de popularidade, a verdade é que há várias formas pouco honestas de açambarcar seguidores. Pagar, por exemplo, é apenas um dos métodos.
Em comparação com Trump, tanto Barack Obama como Hillary Clinton ficam uns furos acima, no que toca à percentagem de seguidores legítimos. De acordo com a mesma plataforma, o ex-presidente dos EUA chega aos 79% e Hillary aos 61%.
Não podemos afirmar, no entanto, que Trump tenha pago por lotes de seguidores falsos. Qualquer pessoa poderia tê-lo feito em seu nome e mesmo sem a sua autorização. Por outro lado, os bots, que seguem, publicam e enviam mensagens autonomamente, também poderão estar a contribuir para o avolumar deste número.
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