Em fevereiro de 2019 Donald Trump deixou claro numa ordem executiva o desejo em "manter a liderança americana no campo da inteligência artificial" (IA). No âmbito da vontade expressa no documento, a Casa Branca publicou esta terça-feira um draft de um memorando com 10 princípios sobre os quais as agências federais americanas se deverão basear na hora de regular esta tecnologia.

O documento aponta para uma interferência reduzida da Casa Branca, que explica de que forma as agências estatais deverão regulamentar a IA. Espreite a fotogaleria para saber quais os 10 princípios apresentados, alguns relacionados com transparência, justiça e segurança.

Mas há quem esteja a criticar o documento da Casa Branca por ser demasiado vago. A jornalista e especialista em data Karen Hao tem feito muitos tweets desde que a notícia se tornou pública onde deixa bem clara a sua opinião.

Mas a Europa também quer liderar na área da robótica e da IA e diferenciar-se pela ética. Em abril de 2019 a Comissão Europeia definiu sete "mandamentos" para uma IA mais ética, que resultou da análise da comissão que definiu as orientações para a ética na IA e põe a decisão humana no centro.

Já se apregoa há algum tempo o advento da IA e quão esta pode ser fantástica para a sociedade, mas simultaneamente terrível se for utilizada de forma pouco consciente. No entanto, a IA já se encontra entre nós, de forma mais ou menos evidente, de forma útil ou experimental, e embora não tenhamos de nos preocupar com as “exterminadores da Skynet”, é preciso garantir que a sua utilização responsável continue a servir o ser humano nas áreas onde seja possível.

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