Os serviços fazem parte do ecossistema da Apple, desde a música, aos jogos, filmes e séries, passando pelo fitness e outras ofertas. Para alcançar um público maior, potenciais utilizadores que não têm capacidade para pagar um novo iPhone, a Apple estaria a pensar em lançar um programa de subscrição do equipamento. Basicamente os clientes pagariam uma subscrição mensal para aceder ao equipamento anualmente sem o pagar por inteiro, a cada lançamento.
Este plano estava a ser feito desde 2022, mas segundo a Bloomberg, a Apple cancelou o programa, mesmo sem o ter lançado. E à boleia, também o programa “Pay Later”, em que os clientes levantavam o smartphone e começavam a pagar mais tarde a prestações, foi igualmente encerrado.
A equipa ligada a estes programas terá sido encerrada e os funcionários redirecionados a outros projetos, segundo fontes ligadas ao assunto disseram à agência noticiosa. As diferentes formas de pagamento dos equipamentos, supervisionado pela Apple Pay estão a ser conduzidos para programas de empresas externas.
A Bloomberg diz que a Apple tem vindo a adiar os planos de subscrição desde 2022, tendo sofrido diversos reveses, incluindo bugs no software e até preocupações regulatórias. O iPhone continua a ser a principal fonte de vendas da Apple e no último ano fiscal representou 51,5% do total, seguindo-se os serviços com 24,6% e os wearables com 9,5%.
O serviço de acesso ao iPhone foi desenhado para os clientes pagarem o smartphone na mesma fatura mensal que recebe do Apple Arcade ou Apple Music. Desta forma, também seria mais fácil trocar anualmente de equipamentos, sem pagar mais por isso. A Apple poderá ter também desistido do programa pela pressão feita pelos retalhistas dependentes da venda a prestações e de retomas dos modelos mais antigos para revenda.
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