Para lá da adoção tecnológica, o foco passa agora para temas como governação, responsabilidade, autonomia dos sistemas, interoperabilidade, soberania dos dados e impacto real no negócio, aprofundando o papel dos agentes de IA e as condições em que a sua utilização é considerada aceitável, segura e eficaz, afirma a Quidgest.

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Citada em comunicado, Cristina Marinhas, CEO da Quidgest, afirma que “a inteligência artificial deixou de ser um tema exclusivo das TIC ou de engenheiros e programadores”.

A tecnologia “é hoje uma questão central para gestores, empreendedores, profissionais de todas as áreas e estudantes que procuram construir uma carreira com futuro, num mundo marcado por incerteza geopolítica, pressão regulatória e rápidas transformações no trabalho e na economia”, realça a responsável.

“Faz parte do ADN da Quidgest procurar compreender estas transformações, em Portugal e no mundo, e partilhá-las com a sociedade, contribuindo para um debate informado sobre temas que precisam de estar na ordem do dia”, afirma.

A Quidgest convida os profissionais e organizações, a nível mundial, para participar no estudo, através de um questionário, que ficará disponível até ao dia 31 de março. A apresentação dos resultados está prevista para o final do primeiro semestre do ano, avança a empresa.

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