A ferramenta gráfica nascida na Austrália acaba de ver a sua avaliação atualizada para 6 mil milhões de dólares - quase o dobro face aos 3,2 mil milhões de dólares que mantinha -, por ter conseguido uma ronda de financiamento de 60 milhões.
A Canva é atualmente usada por mais de 30 milhões de pessoas todos os meses na criação de logos, banners, cartazes, flyers, gráficos, vídeos e outros conteúdos “imagéticos”, e que também inclui a edição de fotografias, para apresentações escolares ou profissionais, redes sociais, campanhas de marketing, etc.
Lançada em 2013, a plataforma, que está disponível via browser ou na forma de aplicação móvel, opera com base no chamado freemium model, com várias opções de acesso gratuito – em número bastante considerável, diga-se de passagem – e outras de acesso pago.
A interface é superintuitiva e fácil de utilizar, independentemente do nível de conhecimentos de design que a pessoa tenha: “basta saber arrastar e soltar”, garantem os criadores da plataforma online.
Para começar a usar a Canva via site, basta registar-se com a conta do Facebook ou da Google ou usar um endereço de email.
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