“Sempre fiquei com a sensação de que o convite da Canon, para ver o novo modelo EOS R era uma prenda envenenada: teria de a comprar de seguida. E assim foi…”, estas foram as primeiras palavras do fotógrafo profissional Rui Vasco, convidado pela Canon para ele próprio, da perspetiva do utilizador, falar da sua experiência com a nova câmara nos últimos meses. O fotógrafo salienta o novo sistema de 12 pinos de ligação entre o corpo e a objetiva, referindo que este poderá ser a principal novidade para os próximos 10-15 anos.

Destaca ainda as objetivas, e o seu design atraente, com o sistema de anéis, o primeiro para o zoom, a segunda para o foco manual e o terceiro anel para multifunções, para personalizar até seis funções diferentes. A personalização ao gosto do utilizador continua a ser o maior elogio da nova máquina fotográfica da Canon, tal como o SAPO TEK já havia destacado no extenso primeiro contacto durante a apresentação de Londres.

O fotógrafo refere que antes, o estabilizador apenas permitia registar até três vezes, agora fá-lo até cinco vezes. Revelando ser um pouco “alérgico” a tripés, a ergonomia foi um ponto destacado, já que embora seja uma máquina leve, a acumulação das objetivas pode tornar-se pesada, e por isso necessita ser confortável.

“É importante para mim pegar numa máquina e sentir uma grande familiaridade, pois não tenho tempo para andar a experimentar e a procurar as opções”, testemunha Rui Vasco, com o seu primeiro contacto com a máquina, referindo que apesar de inovadora em diversos sentidos, não foi necessário aprender as suas funcionalidades do zero.

“Um fotógrafo é multifacetado, não se especializa só em desporto, ou gastronomia, por isso a máquina tem de acompanhar e ser dinâmica mediante o registo”, refere Rui Vasco. O anel adaptador garante que os profissionais mantenham as suas objetivas antigas, sobretudo durante a transição entre as câmaras e segundo o fotógrafo, todas as propriedades das lentes mantêm-se intactas. Apesar de haver ainda pouco variedade de objetivas, o fotógrafo crê que os profissionais vão mudar definitivamente para as novas, já que se nota uma grande diferença na qualidade das imagens.

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Por fim, Rui Vasco salienta o foco manual, sobretudo para quem precise de registar macros, devido ao sistema de ajudas, orientado por três setas, que depois de alinhados geram uma luz verde para a captura. “Para quem trabalha com produtos e necessita de fotografar imagens de pormenor, este sistema de ajuda é uma excelente adição”, destaca o profissional.

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